Dinheiro, por que te quero?

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O dinheiro, felizmente ou infelizmente, é algo primordial na vida de qualquer pessoa. Em uma sociedade em que o capitalismo fala mais alto do que outros valores, este é importante, já que ele nos possibilita estudar, amar, brindar a vida, passear e alcançar materialmente o que desejamos. Distorcer a significância do dinheiro é algo inadequado. Dinheiro em si, sem nenhum propósito é idolatria. Segundo o filósofo Jacob Needleman, se tivermos consciência do verdadeiro papel do dinheiro nas nossas vidas, não nos limitaríamos a pensar em matéria de despesa / poupança. O dinheiro exerce uma profunda influência emocional no que somos e no que dissermos a nós mesmos que nunca poderíamos ter.

A grande recusa da sociedade em compreender os efeitos emocionais e espirituais que o dinheiro exerce em nós é a causa central de querermos saber o preço de tudo e o valor do nada. Ao mesmo tempo que ele está diretamente ligado às nossas frustrações diárias, o dinheiro faz com que consigamos idealizar projetos para uma vida .

Falar da importância do dinheiro é visto por muitas pessoas como um tabu. O dinheiro, ao mesmo tempo que é desejado, perseguido, transformado em sentido de vida e fonte de felicidade, é responsabilizado por acontecimentos ruins. A visão brasileira é que desejar o dinheiro é algo errado, seguido por muitos com justificativas, culpa, dificuldade de cobrar os honorários. O que nós temos que compreender é que o dinheiro não constrói e tampouco destrói nada. No uso que fazemos dele é que as coisas podem ou não se dar. No dia-a-dia ele está presente em nossas vidas, contextualizado em nossas relações e projetos e, precisamos aprender a lidar melhor com o dinheiro.

Por isso, entender qual a melhor maneira de administrar nossas finanças pode ser um diferencial para uma vida equilibrada e com menos preocupações. Para ser bem-sucedido na administração do dinheiro é preciso ser organizado. Sendo assim, passe a anotar diariamente as despesas que tem, especificando quais foram pagas com dinheiro em espécie, cheque, débito automático, cartão de crédito, etc. Guarde o dinheiro sempre em um mesmo lugar, para você conseguir contabilizar toda a quantia e não se esquecer dos demais locais onde você pode ter colocada outras quantias. Faça uma planilha de contabilidade simples, com pelo menos quatro colunas: Data-Entradas-Saídas-Saldo. Na coluna Data, anote o dia do mês. Na coluna Entradas, anote a sua receita: cada quantia que receber. No primeiro registro, anote quanto você tem. Na coluna Saídas, anote cada despesa feita no dia. Na coluna Saldo, anote quanto você tem (o que tinha menos o que gastou). É bom ainda fazer uma lista de suas despesas mensais fixas, para que você possa reservar o dinheiro para pagá-las. Faça também uma reserva para os imprevistos. Eles sempre acontecem e assim você poderá enfrentá-los sem se endividar.

Controle-se financeiramente e saiba que o dinheiro pode ser um aliado para a sua vida!

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A importância do sexo para o casal

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O sexo sempre foi um tema polêmico, mas fundamental para se compreender e organizar o vínculo afetivo. Historicamente, o sexo sofreu uma variedade de transformações que se adequaram a cada uma das épocas da sociedade. Em tempos primórdios, o sexo era completamente separado da ideia de amor.

O sexo passou a ser visto como uma via de satisfação para a chegada à felicidade, ou seja, uma relação íntima e amorosa com outro ser. O sexo, agora, foi analisado como fonte de prazer, sem qualquer culpa e um ótimo alavancador da qualidade de vida do casal.

Freud afirma que a força do amor encontra-se representada pela libido, à energia que brota das pulsões sexuais por meio das zonas erógenas do corpo, incluindo a pele, fimando uma relação definitiva entre amor e sexualidade. O amor se evidencia de duas maneiras distintas: amor narcisista, voltado para si mesmo e amor objetal, voltado para o outro.

É evidente que, para a formação e a concretização do vínculo, que o amor narcisista evolua para o amor objetal. Todavia, é importante que uma parte do amor narcisista permaneça, ou melhor, o amor próprio, fazendo um acordo entre essas duas formas de se relacionar.

O desejo sexual, também denominado de desejo erótico, é a base sexual do amor maduro. Esse não visa somente o prazer, e sim uma variedade de metas nos planos afetivos e emocionais.

A paixão faz com que a excitação sexual continue viva durante todo o relacionamento do casal. A intimidade do contato sexual pode e deve ser mantida, pois esta auxilia não somente o parceiro, mas ao próprio sujeito, no sentido de este conseguir se ver, a cada dia, de uma maneira diferente e porque não, melhor.

Hoje, felizmente, abordar o tema sexo não é mais um tabu (será mesmo?). Todavia, fazer sexo se tornou mais uma questão de conveniência do que de vontade, indica uma nova pesquisa, realizada pelo site de acessórios eróticos “Lovehoney. As informações são do jornal “Daily Mail”.

O estudo concluiu que apenas 28% dos casais entrevistados têm relações sexuais quando estão com mais vontade, enquanto o restante escolhe trocar intimidades em um momento apropriado, sem outras atividades para serem feitas.

Dos 300 participantes, 65% afirmaram que costumam fazer sexo à noite, definida por eles como o período entre as 23h e 1h. A manhã foi escolhida como o momento preferido para o contato por 20%, seguida pela tarde (10%) e o anoitecer (5%).

O ideal é que casais que estão juntos há bastante tempo experimentem fazer sexo à tarde, o que é estimulante principalmente para as mulheres. “O meio da tarde é geralmente quando estamos com os hormônios prontos e desejamos sexo”, explicou uma especialista.