Solução de problemas e tomada de decisões

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Como seria a vida se eu não tivesse que resolver problemas ou tomar decisões? Com certeza seria adoecedora, visto que os sujeitos que não têm escolhas, ou que pelo menos acreditam que não têm, são os mais propensos a desenvolverem quadros de estresse.

Diariamente, nos deparamos com situações que precisamos resolver e escolhas que temos que fazer. Para que esse processo se torne mais simples e prático,  além de funcional, sugiro os seguintes pontos:

A vida está repleta de “ses”, “mas” e “es”, que certamente dificultam a tomada de decisões. A parte mais complicada é normalmente o processo efetivo de chegar a uma decisão. Quando chegamos a esse ponto, é comum que a situação se torne muito mais simples. Sendo assim, quando tomar uma decisão, não desperdice energia se preocupando com o que aconteceria caso tomasse alguma outra decisão.

Substitua a palavra “problema” pela palavra “desafio”. Além disso, é bem mais instigante pensar que irá “tomar decisões” do que “resolver problemas”. Por isso, faça essas trocas.

Um dos pontos que torna a tomada de decisões algo difícil são os pensamentos do tipo “e se algo der errado?” ou “e se eu fizer a escolha errada?”. Ao invés disso, pense em qual seria a pior coisa que poderia acontecer se alguma coisa correr mal. Na maioria esmagadora das vezes, verificamos que na verdade nada de muito mal irá ocorrer.

Crie o hábito de encontrar e transformar as ideias que podem ser limitadoras. Pensamentos do tipo “não consigo entender isso” ou “não sou bom naquilo” são altamente prejudiciais. Eles minimizam o seu potencial e o seu prazer.

Se a sua decisão se revelar imperfeita, não se frustre. Apenas aprenda com a experiência.

Escreva os prós e os contras de uma situação. Caso os mantenha na memória, é provável que perca-os no decorrer do tempo.Quando registramos no papel, é mais fácil que surja uma solução mais clara e precisa.

Mantenha a calma e a concentração no decorrer de todo o processo. A ansiedade e o nervosismo, ao invés de auxiliarem, só tornam a situação ainda mais tensa e delicada.

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Ser feliz não é só um direito: é um dever!

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Será que eu sou capaz de ser feliz? Será que a vida permite que eu seja feliz? Ou será eu que não me permito atingir a felicidade?

A felicidade pode ser completamente diferente de uma pessoa para outra. Existe uma grande variedade de preferências e valores que mudam no decorrer do tempo. Nossas prioridades e desejos também mudam em cada fase de nossas vidas.

Como seres pensantes, deveríamos nos permitir um pouco mais a felicidade. Quando nos amamos, nos cuidamos e nos respeitamos, estamos caminhando para a felicidade. Quando conseguimos entender melhor a nós mesmo e aos outros, passamos a viver de maneira saudável e nos sentimos capazes de ultrapassar os obstáculos que a vida impõe.

O caminho para a felicidade tem muitas pedras, sem dúvidas, mas volta e meia, encontramos atalhos que fazem com que atinjamos o nosso objetivo mais facilmente. Quando temos uma mente aberta frente às dificuldades, associada à capacidade de crermos em nós mesmos e nos outros, já que a confiança é essencial para construir qualquer tipo de relação, a alegria nos atinge de uma maneira única e intensa, fazendo com que nos sintamos capazes e desejantes de enfrentar novos desafios.

Da mesma forma que o sol nasce em todas as manhãs, ainda que em alguns ele não apareça por causa de neblinas e tempestades, devemos acreditar mais na vida e na nossa capacidade, bem como confiar nas pessoas que estão ao nosso redor. Pode ter certeza: a felicidade veio para ficar, mas para isso, ela terá que ser cuidada diariamente, como uma semente que precisa de água para sobreviver, crescer e gerar frutos.

Se não nos esforçamos para reconhecer esses pequenos sinais, somente no futuro nos daremos conta de que éramos felizes e não sabíamos. Quando deixamos a felicidade escapar, é um desafio recuperá-la. Não seja desatento! Não seja descuidado! Se esforce para ser feliz! Acredite em você! Acredite na vida! Tenha fé!

Ser feliz é uma arte!