Nosso maravilhoso cérebro!

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Indiscutivelmente, o cérebro é o objeto mais sofisticado do universo. Milhões de mensagens são transmitidas a ele durante todo o tempo, em uma grande velocidade, através do sistema nervoso, capacitando o cérebro a receber, processar, guardar informações e enviar instruções para todo o corpo. É seguramente a maior e mais poderosa ferramenta à disposição dos seres humanos.

Então, se o cérebro é tão poderoso, porque não somos bons em tudo o que nos dispomos a fazer, mas em compensação, somos melhores do que muitas pessoas em algumas atividades específicas? Algumas partes do cérebro apresentam grande atividade neuronal e por isso tendem a serem mais desenvolvidas. Isso acontece a partir de uma série de fatores, como o tipo de educação que recebemos quando crianças, as experiências que vivemos e também nossas preferências. Um sujeito pode ser bem eficiente em um aspecto; outro, pode ser mais lógico; um terceiro pode ser mais criativo. Obviamente, essa é uma explicação simplória do funcionamento cerebral, visto que diferentes áreas do cérebro atuam juntas para realizar a maioria das tarefas, sendo uma delas dominante. Ainda assim, esse esclarecimento evidencia como as habilidades cerebrais diferem de uma pessoa para outra. Em suma, é uma questão de educação e genética. Sendo assim, não se sinta mal se você é terrível em matemática ou não se dá tão bom com o português. É muito provável que você seja excelente em outra área. Existe uma enorme variedade de inteligências como habilidade de raciocinar, planejar, resolver problemas, pensar de forma abstrata, compreender ideias, usar a linguagem e aprender.

Não obstante, isso não significa que você não consiga desenvolver uma capacidade mental em que você se considera menos potente. É indevido acreditar que porque não somos bons em uma área, não adianta tentarmos melhorar. O cérebro é parecido com um músculo do corpo: se ele for exercitado, poderemos desenvolver a sua potência. Com empenho, podemos melhorar e expandir a aptidão mental.

Para que isso aconteça, não podemos focar em um tipo específico de treinamento: realizar palavras cruzadas, por exemplo, é ótimo, mas se focamos somente nessa atividade, estaremos nos esforçando para desenvolver somente nossa habilidade verbal. Caso foquemos na prática de cálculos matemáticos, estaremos desenvolvendo especificamente nossa habilidade de raciocínio lógico. Se nos organizamos para aprender um novo esporte, o foco será na habilidade sinestésica. Desse modo, o mais interessante é nos esforçamos para praticarmos todos os tipos de atividades. Assim, estaremos desenvolvendo nossa concentração, memória, raciocínio e aprendizagem.

Vamos começar?

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O amor acontece no cérebro?

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A cada dia tem se tornado mais comum o atendimento de casos terapêuticos fundamentados em sofrimentos / perdas amorosas. Em outros casos, a queixa está fixada no enfraquecimento da intensidade da ligação relacional. Focando nas relações amorosas, discutirei sobre a justificativa psico-biológica para os sentimentos que envolvem o ato de amar.

Diversas pesquisas científicas têm deixado claro que o amor acontece no cérebro a partir de uma série de reações de caráter químico.

A primeira fase é nomeada de “fase do desejo” e é desencadeada pelos nossos hormônios sexuais, no caso, a testosterona nos homens e o estrogênio nas mulheres.

Logo após, há a “fase da paixão”, que desencadeia como reação inicial um neurotransmissor chamado feniletilamina, o qual libera sentimentos de prazer, excitação e gera a alegria, ou o “estou apaixonado”. A feniletilamina é responsável por controlar a passagem da fase do desejo para a fase do amor e é um composto químico com um potencial efeito sobre nós,a  ponto de se tornar viciante. Naturalmente, o nosso corpo desenvolve a tolerância aos efeitos da feniletilamina e é cada vez mais necessária uma maior quantidade para provocar o mesmo efeito, conforme apontam Ribeiro-Claro (2006). Concomitantemente, são liberados outros agentes químicos, como a dopamina. Em compensação, as glândulas supra-renais liberam adrenalina, o que justifica a sensação de nervosismo, como por exemplo o “frio na barriga”, taquicardia e outros sintomas que são desencadeados quando uma pessoa está diante de situações de ansiedade.

Em seguida, há a “fase de ligação”, fase esta em que é produzida a oxitocina, conhecida como o “hormônio do carinho”, fundamental na ligação da mãe com o bebê, mais especificamente para a produção de leite materno. A partir do estabelecimento de uma relação amorosa, o cérebro libera endorfinas que têm um efeito relaxante, efeito este que provoca os sentimentos de segurança e confiança. Quando isso ocorre, os níveis de feniletilamina diminuem e os seus efeitos se tornam mais fracos, o que faz com que muitas pessoas acreditem que a relação perdeu o interesse. Esse é o primeiro passo para o direcionamento para um novo relacionamento. Sendo assim, é possível dizer que a feniletilamina é degradada rapidamente no sangue, não havendo condição de atingir um nível de concentração elevado no cérebro por ingestão (Ribeiro-Costa, 2006).

Em suma, quando conhecemos uma pessoa, do mesmo modo de quando estamos diante de um novo estímulo, o nosso cérebro reage de maneira a aprender o novo como um todo, integrando-o em uma base previamente conhecida. Com o passar do tempo, o nosso cérebro gasta gradativamente menos energia para poder estar disponível para todos os novos estímulos do dia a dia, fundamental de serem processados. Não é econômico para o cérebro gastar a carga máxima de energia perante um único estímulo continuadamente. Por isso, para uma relação se manter ativa, nada mais importante e fundamental do que quebrar a rotina!

Ginástica para o cérebro: pratique essa ideia!

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O mundo globalizado e a velocidade da informação e dos avanços tecnológicos fazem com que nos deparemos com um ambiente de competição, exigindo de cada sujeito rapidez na tomada de decisões, dinamismo, eficiência, redução no tempo de desenvolvimento de trabalho e produtividade. Para tal, é fundamental uma boa capacidade intelectual e psíquica para lidarmos com toda essa cobrança e com o estresse que esta pode desencadear.

Nossa capacidade intelectual é fruto de nossa carga genética, as influências ambientais que recebemos durante nosso desenvolvimento e também nosso ritmo de vida.

É comum, na atualidade, que muitas pessoas reclamem de desatenção, falta de memória, redução da capacidade de raciocínio e da criatividade. Isso se deve, principalmente, a dois fatores: a sobrecarga de estímulos, algo que é natural nos dias de hoje, ou seja, pessoas desenvolvendo várias atividades ao mesmo tempo e dormindo menos do que deveriam, o que faz com que o nível de preocupação, estresse e ansiedade se tornem elevados; e especialmente, a falta de treinamento cerebral, que nada mais é do que uma acomodação na rotina e automatização mental. Assim como um músculo, o cérebro necessita ser retirado da zona de conforto e passar a ser estimulado através de desafios,  da criação de soluções, dos erros, acertos e aprendizagens durante toda a vida. Como conseguir isso? É bem simples! É fundamental que busquemos atividades intelectuais novas diariamente ou ainda realizemos tarefas rotineiras de uma maneira nova e criativa. Brincar, jogar e resolver desafios intelectuais cumprem o papel de desenvolver algumas habilidades cerebrais primordiais para compormos o que nomeamos de inteligência.

Existem vários exercícios cerebrais simples, alguns inclusive que você já deve conhecer, tamanha consagração dos mesmos. Vamos nos exercitar mentalmente?

1)      Teste das cores:

Teste bastante popular, que tem por princípio ler as cores em que as palavras estão escritas, e não o texto que está escrito. É um teste de atenção concentrada, engajamento e inibição de respostas.

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2)      Teste de rastreamento:

A função desse exercício é ler o texto abaixo atentamente e tentar identificar quantas letras “F” aparecem. Parece simples, mas não é. Para a execução do mesmo, o cérebro necessita inibir a leitura do todo, ou seja, de cada palavra, e se esforçar para reconhecer as letras “F”. (O gabarito estará disponível no final do texto).

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 3)      Soletrar invertido

Este é um exercício de complexidade moderada, mas que exige muita concentração. É preciso lembrar a grafia correta de uma determinada palavra, inverter a escrita e narrar as letras na sequência correta. Quanto maior a palavra, mais difícil se torna a atividade.

 Soletrar

 4)      Contas seriadas de cabeça

Este é um exercício bastante curioso. Faça a conta abaixo apenas de cabeça, somando progressivamente os números e em seguida anote o resultado. Depois, refaça a conta com o auxílio da calculadora. É muito fácil de o cérebro se equiviocar em uma operação como essa, pois são dados dinâmicos e que se mantêm registrados exclusivamente mentalmente. Experimente!

 Matemática

Resposta exercício 2: Há 06 (seis) letras “F” dispostas no texto.

Quero voltar a viver bem!

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Atualmente, há cada vez mais um número maior de pessoas que não se sentem motivadas para fazer absolutamente nada. Nada mesmo. Você é um desses sujeitos que acorda e não quer nem sair da cama, pois não sabe por onde começar? Você sabe que tem muitas atividades para realizar, mas não tem o menor desejo de fazê-las? Tudo ao seu redor é sem graça e você precisa se arrastar para fazer qualquer coisa, por mais simples que seja? E o pior, não sabe por que sente-se tão desmotivado?

Se esse desânimo persiste por mais de 06 (seis) meses e, por mais que você se esforce, não consegue mudar mesmo com o apoio de amigos e familiares que lhe oferecem atividades ou passeios que antes lhe deixavam entusiasmado, é bem possível que você esteja com depressão.

Fisiologicamente falando, nosso cérebro é composto por uma região responsável pelas recompensas. Tudo o que fazemos e temos boas recompensas, teremos vontade de fazer novamente. O inverso também é verdadeiro: tudo o que fazemos e que resulta dolorosamente não será impulsionado a ser realizado novamente.

Parece bem simples, não? Todas as coisas boas, desejaremos mais, e tudo o que for ruim evitaremos ao máximo. Não obstante, temos que levar em consideração que o homem é um ser subjetivo. Por isso, muitas vezes nós não nos damos o direito de não gostar de alguma coisa e assim não temos a consciência do porque fugimos destas coisas. Teoricamente, se o resultado é positivo não deveríamos desejar a atividade? Sim, deveríamos. Mas, novamente tocando na questão da subjetividade, temos uma grande dificuldade em focar no resultado final. Pensamos muitas vezes no processo, que nem sempre é simples e agradável. E isso certamente é um fator desmotivador para que finalizemos atividades.

O cérebro do depressivo tem uma grande resistência a pensar em médio e longo prazo, se limitando a pensar somente no agora, o que faz com que ele não consiga imaginar a deliciosa e satisfatória sensação de “dever cumprido” ao concluir uma tarefa.

Existem fatores que fazem com que as pessoas deixem de sentir prazer na vida? Sim, sem dúvida. Pessoas que vivenciaram experiências destruidoras e intensas negativamente ficam profundamente marcadas, tanto que o cérebro é condicionado a acreditar que não há saída e que elas sempre serão perdedoras.

Para vencer essa grande barreira, é preciso identificar quais foram as informações destruidoras que seu cérebro imprimiu sem ao menos perceber que eram falsas, mas que foram passadas por pessoas que tinham poder sobre você. Logicamente, essa não é uma tarefa fácil, já que este conteúdo é algo que você tem em sua memória mais profunda e que não é acessada no dia a dia, e mesmo que a identifique, dificilmente conseguirá sozinho associar estes acontecimentos do passado com os comportamentos e emoções atuais. Para tal, um psicoterapeuta é fundamental, pois este tem o olhar treinado e está fora desta dinâmica. Na terapia, as memórias destrutivas serão substituídas por outras, agora verdadeiras. Com certeza você terá sua vida de volta e sua vontade de viver.

Sofrer por antecipação

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É curioso pensar no quanto os tempos modernos têm feito com que muitas pessoas sofram por antecipação. E o que é negativo nessa conduta é que gastamos uma grande quantidade de energias que, certamente, poderiam ser utilizadas de maneira mais satisfatória e útil.

Sem dúvida, um pouco de preocupação, além de relevante, é saudável para todas as pessoas, na medida em que, caso não nos importemos com nada, não teríamos o senso de responsabilidade para a efetivação de qualquer compromisso, ou seja, a vida em sociedade se tornaria um caos. De fato, todos os sentimentos na dose certa e no momento oportuno são saudáveis para a vida em sociedade e para a autopreservação. O grande problema ocorre quando exageramos nas nossas reações e acabamos perdendo o equilíbrio. E a consequência disso é que ficamos ansiosos e acabamos adoecendo. Felizmente para todos nós, não é possível pensar em todas as várias possibilidades e enfrentar as questões por todos os ângulos, porque as variantes são infinitas.

Aprender a cortar esse tipo de pensamento pela raiz não é uma tarefa simples, claro. Substituir o pensamento que gera ansiedade e sofrimento por pensamentos positivos é uma tarefa ainda mais desafiadora, mas muito favorável. Chegamos então à questão: Por que pensamos de maneira tão negativa, mesmo sabendo que essa conduta causará sofrimento? A resposta é simples. Socialmente, nos desenvolvemos em um contexto que faz com que sempre tenhamos que nos preocupar com tudo e com todos. É exatamente por isso que muitas pessoas imaginam situações desagradáveis e passam a ter sentimentos dolorosos, e às vezes, até agem como se as situações fossem reais. Isto acontece porque a nossa mente tem a capacidade imaginar circunstancias tão vívidas que o nosso cérebro detona respostas corporais, através dos sentimentos, para fazer face ao imaginado. E os sentimentos nos induzem a comportamentos desligados do real.

Ter uma vida feliz, um bom relacionamento afetivo, ser socialmente ativo, realizar atividades físicas, são ótimas maneiras de nos libertarmos das consequências de nossas preocupações antecipatórias. É necessário tirar algumas horas por semana para cuidarmos de nós mesmos. Foque em você, cuide-se, se respeite! Valorize-se como pessoa.

Devo dizer que não vai ser de uma hora para outra que se consegue deixar de exagerar nas reações de ansiedade e preocupação. É necessário muito treino e determinação para a modificação dos pensamentos e da conduta. Cada sujeito tem um tempo, que deve ser respeitado. Mas se a vontade de mudar é grande, o êxito é garantido.

Turbine o seu cérebro!!!

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Atualmente há uma grande preocupação das pessoas em melhorar sua qualidade de vida, buscando maior possibilidade de sucesso, além de encarar de uma maneira mais positiva diversas situações que surgem no dia-a-dia da vida pessoal e profissional.

Estudos realizados por cientistas comprovam que depois dos 27 anos, as células do cérebro começam a morrer. Os sujeitos dessa faixa etária possuem cerca de 100 bilhões de neurônios, que são responsáveis por reconhecer o rosto de uma pessoa ou permitir que você se localize em um mapa.

Essas atividades são realizadas até que a temida morte da célula tem início. Porém, em testes feitos com ratos, os cientistas provaram que há exercícios para o cérebro que fazem com que os neurônios sejam reativados. São exemplos exercícios que podem ser feitos até mesmo conectado à internet, jogos de cartas, cruzadas, caça-palavras, entre outros. No entanto, considero muito interessante também o contato com o material offline, seja através da aquisição de revistas de atividades e jogos de cartas ou tabuleiro, o que pode fazer com que você interaja com outras pessoas e, consequentemente, trabalhe outras áreas cerebrais.

Pesquisas revelam que pessoas acima de 65 anos que passaram a desenvolver exercícios para o cérebro, vivenciaram o rejuvenescimento cerebral sensível. A prática de atividades cerebrais ajudam na concentração, memorização, estudos e foco, tendo em vista que a rotina em si estagna o cérebro. Adotando atividades que não são realizadas de maneira rotineira, certamente os neurônios começarão a ser ‘reativados’.

Stefanie Machado Maia, neuropsicóloga formada pela faculdade de Medicina da USP, explica que são caracterizados exercícios para o cérebro todos os estímulos que expõem situação de desafio a ele. “Quando um indivíduo se expõe a uma tarefa desafiadora, cria-se uma série de conexões entre os neurônios, as chamadas ligações sinápticas. Quanto mais conexões entre os neurônios existirem, maior será a capacidade do funcionamento cerebral, principalmente potencializando funções como concentração, memória, raciocínio, inteligência, habilidade em resolver problemas, abstração, agilidade mental, entre outras”, detalha.

Você já ouviu falar em neuróbicas? Não? As neuróbicas são, basicamente, uma inversão de ordem de algumas atividades e movimentos que fazemos diariamente, sem que, necessariamente, tenhamos que modificar nossa rotina. São atividades bem simples, mas que farão com que executemos conscientemente as ações que levam às reações cerebrais. Essa atitude proporcionará a produção de nutrientes cerebrais que desenvolvem as células do mesmo, deixando-o mais saudável e ativo.

Assim como a ginástica corporal, a neuróbica, também chamada de ginástica para os neurônios, tem que ser constantemente treinada, pois desse modo nosso cérebro ficará cada vez mais afiado. Quer conhecer algumas neuróbicas? Seguem alguns exemplos:

1-Use o relógio de pulso no braço que você não está acostumado a usar;

2-Ande pela casa de trás para frente;

3-Vista-se de olhos fechados;

4-Estimule o paladar; coma comidas diferentes;

5-Leia ou veja fotos de cabeça para baixo concentrando-se em pormenores nos quais nunca tinha reparado;

6-Veja as horas num espelho;

7-Troque o mouse do computador de lado;

8-Escreva ou escove os dentes utilizando a mão esquerda – ou a direita, se for canhoto;

9-Quando for trabalhar, utilize um percurso diferente do habitual;

10-Introduza pequenas mudanças nos seus hábitos cotidianos, transformando-os em desafios para o seu cérebro;

11-Selecione uma frase de um livro e tente formar uma frase diferente utilizando as mesmas palavras;

12-Experimente jogar qualquer jogo ou praticar qualquer atividade que nunca tenha tentado antes.

13-Experimente memorizar aquilo que precisa comprar no supermercado, em vez de elaborar uma lista. Utilize técnicas de memorização ou separe mentalmente o tipo de produtos que precisa. Desde que funcionem, todos os métodos são válidos;

14-Recorrendo a um dicionário, aprenda uma palavra nova todos os dias e tente introduzi-la (adequadamente!) nas conversas que tiver;

15-Ao ler uma palavra pense em outras cinco que começam com a mesma letra;

Resumidamente, mude a forma de fazer as coisas do seu dia a dia! Além disso, é importante lembrar que a sua saúde cerebral depende da saúde de seu corpo. Qualidade de vida é fundamental para a jovialidade de seu cérebro.