Cirurgias estéticas: devo fazer?

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As cirurgias estéticas e/ou de emagrecimento são realmente tão favoráveis e proporcionam um impacto tão marcante para as pessoas que se submetem às mesmas? A resposta mais adequada para esse questionamento é depende. E de fato, esse impacto depende de uma variedade de questões, tais como os objetivos que levam à realização da cirurgia, as expectativas que foram criadas pelo sujeito e pelas pessoas a seu redor, entre outros.

Tanto a estrutura física quanto a estrutura psíquica da pessoa são afetadas nesses tipos de cirurgias. Por isso, não somente o processo operatório, mas o pré-operatório é fundamental para que o prognóstico da cirurgia seja satisfatório.

Vamos observar mais detalhadamente os fatores de uma cirurgia de redução de peso, com a inserção de um balão intragástrico, por exemplo. Esse tipo de cirurgia, que a cada dia se torna mais comum, tem como principal objetivo a melhora da qualidade de vida do sujeito, de sua saúde e de suas relações. De um modo geral, os resultados são muito favoráveis. Efetivamente, há uma melhora dos problemas de saúde crônicos, como os males cardíacos, o diabetes, o colesterol e a apneia do sono. Além disso, é indiscutível que a mobilidade se torna maior e com isso a prática da atividade física se torna mais afetiva, o que gera a melhora da saúde geral.

Com certeza, as relações interpessoais também se beneficiam dessa situação. Alguns estudos deixam claro que a cirurgia de redução de peso minimiza as reações negativas acerca da obessidade tanto da família quanto dos amigos, bem como conduz à diminuição de queixas de depressão.

Para que todos esses pontos sejam atingidos, as expectativas acerca da cirurgia são importantes. Estudos sugerem que as motivações para a realização da intervenção cirúrgica perpassam pela diminuição dos riscos à saúde, contemplando a melhora da aparência e uma consequente elevação da autoestima e a ultrapassagem do estigma de obeso. Sendo assim, fica evidente que não são só questões estéticas são motivadoras para a intervenção cirúrgica. Muito pelo contrário: essa decisão envolve uma série de pontos que visam uma melhoria geral da qualidade de vida e de interação do sujeito com o meio em que ele vive.

A elevação da autoestima e da autoimagem, consequências do resultado da cirurgia, reduzem os antigos comportamentos sociais disfuncionais conectados à obesidade. É comum até que as expectativas acerca da cirurgia sejam superadas, pois além de todos os benefícios físicos evidentes, há uma melhoria considerável da vida social da pessoa, o que aumenta significativamente a qualidade de vida desse indivíduo.

Em suma, podemos afirmar que diante de todas as positivas alterações no campo físico, social e psíquico do sujeito submetido a um processo de intervenção cirúrgica, os resultados podem ser considerados grandemente satisfatórios e condutores de muita alegria.

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Sou feliz por ser eu!

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Nos sentirmos bem e confortáveis com o que somos como pessoa, é uma ferramenta importantíssima para lidarmos com muitos aspectos relacionados à baixa autoestima, salientando que a autoestima relaciona-se às avaliações que eu elaboro a meu respeito.

Sendo assim, por que a autoestima é tão importante?

  • As habilidades sócio-emocionais originam-se de uma auto apreciação positiva;
  • A autoestima equilibrada auxilia-nos a encarar as dificuldades da vida;
  • É um fator central para o ajustamento sócio-emocional;
  • Os valores que temos de nós mesmos afetam a maneira como nos desempenhamos, independente de nossas competências;
  • A baixa autoestima interfere diretamente na qualidade das relações interpessoais.

Para interferir em nossa baixa autoestima:

  • Foque em uma área de cada vez, priorizando as áreas mais problemáticas de sua vida;
  • Observe e analise a desconexão entre o eu real e o eu ideal;
  • Procure alguma atividade ou tarefa que de alguma maneira o estimule e permita que se sinta melhor com si mesmo;
  • Encare o outro lado da vida: todas as pessoas apresentam lados positivos e negativas. O que faz com que eu pense que só tenho pontos negativos? Enxergue o outro lado da moeda e reconheça as suas habilidades.
  • Valorize os elogios que recebe, aceitando a grande possibilidade destes serem reais e honestos.
  • Acredite em si mesmo e na possibilidade de o dia de amanhã ser melhor do que hoje. Se o dia será melhor, é porque eu serei melhor!

 

Se todas essas tarefas forem exageradamente difíceis para você, procure um psicólogo. Certamente, você reconhecerá sua vida de uma maneira diferente!

Será que eu tenho dedo podre para o amor?

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Fale a verdade. Eu tenho convicção que, por mais de uma vez, você disse que iria fazer diferente da próxima vez, mas acabou se comportando exatamente da mesma maneira que lhe prejudicou há algum tempo. Estou certa?

Atitudes como estas são comuns a todas as pessoas. Não obstante, há sujeitos que prometem que irão atuar de uma forma diferente, mas acabam vivenciando paixões intensas, e posteriormente acabam por chorar as mágoas de uma relação que deixa para trás recordações e destruição.

O envolvimento em relações amorosas possivelmente complicadas não é uma característica exclusiva dos homens ou das mulheres. Toda e qualquer pessoa, independente da idade, pode ingressar em um relacionamento como este. Como quase tudo na vida, a pessoa que experimenta relacionamentos potencialmente desastrosos, acaba por se acostumar, com o tempo, a tolerar choques intensos em sua autoestima, e consequentemente se torna mais forte e tolerante às desilusões. Desse modo, essa pessoa acaba por assumir o papel de vítima, passando grande parte de sua vida lamentando “ter dedo podre”, ser azarada ou ainda afirmando-se incapaz de modificar o próprio destino.

Essa incapacidade, entretanto, não é o destino conspirando contra nós. Pelo contrário. Ela se atribui ao fato de em nenhum momento ocorrer uma pausa que propicie a avaliação do que aconteceu para trás antes de apostar num novo relacionamento, ou seja, não foram pensados os papéis, o nosso ou o do outro. Em casos como estes, é extremamente comum que adentremos em um processo de autocomiseração, papel este que faz com que as pessoas ao nosso redor sintam uma necessidade de nos confortarem. Essa atitude externa alimenta nossa autoestima. E quando recuperamos mesmo que minimamente a autoestima, nos sentimos preparados para o campo de batalha das relações.

Os sujeitos que desconfiam de suas autoimagens, nunca se sentem merecedores de darem e receberem amor. Então, eles acabam atraindo parceiros que apenas vêm confirmar essas profecias. Todavia, quando conseguem alguém que realmente os acaricia e estima, afirmam para si mesmos que não estão habituados e como tal não sabem lidar com essas atenções! Pronto! Está instituída a condição para que a sua relação não vingue.

Esses amores têm seu início de maneira intensa e bastante sexual, com uma grande quantidade de paixão e afeto, mas um envolvimento pouco sólido. Por isso, rapidamente iniciam-se traições, falta de consideração e o abandono. Ainda mais rápido, o amor idealizado se torna desilusão e sofrimento.

A autoimagem é uma parte significativa da personalidade, e é moldada ainda na infância. Um relacionamento com um adulto significativo a nós, como por exemplo, pai, mãe, avó, professor, entre outros, mas que não é capaz de nos valorizar, respeitar e amar o que somos, faz com que acreditemos que não somos sujeitos de valor suficiente para sermos merecedores do amor de qualquer pessoa. Caso durante o nosso desenvolvimento esse padrão não sofra nenhuma modificação, muito provavelmente viremos a ser adultos possuidores de uma baixa autoestima e autoimagem. Assim, quando estamos à procura de um parceiro, possivelmente encontraremos alguém com quem repetiremos a situação que vivenciamos na infância. Para superar este ruim padrão de relacionamento, precisamos compreender e reconhecer quem somos, para que possamos, posteriormente, recuperar e reconstruir nossa autoestima.

O autoconhecimento, a cada dia, se torna uma ferramenta essencial. Os indivíduos que ingressam em relacionamentos constantemente complicados, normalmente apresentam dificuldades em verbalizarem ou até mesmo saberem o que os fazem felizes e quais são seus objetivos de vida. Geralmente, o desejo de agradarem leva-os a centrarem-se de tal maneira nas necessidades e anseios do outro, que é como se a sua própria existência apenas se justificasse em função dele. Isso faz com que o outro viva uma relação onde ele sempre recebe muito mais carinho e atenção do que ele esperava da relação. Porém, pouco tempo depois, se iniciam as cobranças, o que gera conflitos. E o sujeito que acreditava estar vivenciando um amor intenso, verdadeiro e mágico, acredita que o parceiro não o dá nada em troca.

Diante de tudo isso, o melhor é, sem dúvidas, compreendermos a nós mesmos. Esse é o primeiro passo para a mudança.

É hora de mudar os seus comportamentos!

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Todas as pessoas vivenciam constantes mudanças. Aprender é mudar. No entanto, mudar não significa que seja para melhor. É fundamental que a pessoa deseje e mentalize que precisa mudar para algo mais positivo, para um patamar mais elevado. Somente assim a pessoa trabalhará em favor de seu desenvolvimento pessoal. Inevitavelmente, há momentos em nossa vida em que temos que mudar, seja por uma iniciativa própria ou pelas exigências que a vida nos faz. O comportamento de mudança é uma escolha. Temos o direito e a capacidade de ajustar o nosso comportamento em relação às varias situações que acontecessem em nossa vida.

Porém, em alguns momentos, experimentamos situações em que, mesmo querendo agir de uma maneira diferente, nossas emoções fogem de nosso controle. E as emoções acabam ditando o nosso comportamento. Esses obstáculos e autosabotagens emocionais nos tomam a habilidade de mudar da maneira que gostaríamos.

Pense que o que trará resultados satisfatórios não é mudar a si mesmo, e sim as suas atitudes. Para isso, normalmente estabelecemos atitudes de outras pessoas como referências, seja um amigo, um irmão, ou seja, um modelo que você aprecie. O grande erro de algumas pessoas é que elas se comparam ao outro fazendo apreciações negativas de si mesma. Se comparar pela negativa é prejudicial. Contemple o que gostaria de ver em si mesmo e faça algo que permita implementar esse comportamento de uma maneira que possa lhe favorecer. Para uma mudança saudável e que atinja verdadeiramente você, o correto é que você foque apenas em seus comportamentos, e não no que você é como pessoa ou, tampouco, em seu amor próprio. Questionar o nosso próprio valor como pessoa pode ser destrutivo. Isso é um sinal de que sua autoimagem e sua autoestima estão abaladas. Este circuito negativo e constante de desvalorização de você faz com que você se aprisione em si mesmo, e consequentemente você fará mais do mesmo. Isso é conflitante, já que faz você se sentir impotente e paralisado mesmo sabendo que necessita urgentemente mudar.

O amor próprio não pode ficar fragilizado. Somente ele fará com que você tome atitudes positivas. Amar-se e ter uma autoestima elevada sempre auxiliará uma mudança positiva, que lhe satisfaça. E a melhor maneira de fazer isso, é não focar a mudança em si mesmo, mas em seus comportamentos, dado que os nossos comportamentos são percepcionados como parte de nós, e não nós mesmos.

As pessoas desejam mudar por dois motivos: ou porque desejam mudar algum comportamento ruim, ou porque desejam adotar um novo comportamento que fará com que sua vida mude para melhor. Você, assim como todas as pessoas, tem a capacidade de liderar a si mesmo. Isso é imprescindível. Conhecer a si mesmo e o que pretende mudar, para posteriormente focar as suas forças nessa tarefa são diferenciais. Abasteça-se de força de vontade, porque barreiras certamente surgirão nesse processo. Quando se pretende iniciar um comportamento novo, a maior dificuldade prende-se com o desconforto inicial e com a ausência de um retorno positivo imediato. As mudanças comportamentais evidenciam resultados a médio prazo. É preciso ser paciente e perseverante se deseja realmente mudar as suas atitudes! Seja persistente se deseja realmente aprender algo novo. Dedicar-se a essa tarefa é fundamental. Além disso, confiar que essa mudança será positiva lhe impulsionará a seguir. Confiar em si mesmo é extraordinário em qualquer tipo de mudança que queiramos implementar em nós mesmos. Sem um senso de autoconfiança, ficamos à mercê das vicissitudes da vida e das nossas incapacidades.

Por isso, estimule-se, impulsione-se, motive-se até designar em si mesmo o comportamento desejado. Desse modo você mudará a si mesmo sem ter focado diretamente nisso, e sim na mudança de suas atitudes, de seu comportamento. Isso trará resultados e bem-estar para sua vida.

Potencialize sua autoestima!!!

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Basicamente, a autoestima é a análise que a pessoa faz de si mesma com relação a sua autoconfiança e sua capacidade de respeitar-se. É uma noção do valor de nós mesmos. A autoestima pode ser afetada tanto por fatores psicológicos quanto orgânicos, além de episódios negativos da vida, especialmente no campo profissional ou afetivo, como perder um emprego ou mesmo romper um relacionamento.

Para que a autoestima seja elevada, é primordial resolver os problemas relacionados ao passado que fazem com que os dias atuais não sejam de bem-estar e paz de espírito.

Muitas vezes, a origem da baixa autoestima está enraizada em experiências traumáticas da infância, o que não é um critério padrão para todos os casos desse problema que aflige tantas pessoas.

As principais características que comprovam que a autoestima de um sujeito está comprometida são: insegurança, inadequação, perfeccionismo extremo, dúvidas constantes, incerteza do que se é, sentimento de não ser capaz de realizar nada, dificuldade para permitir erros próprios, necessidade de agradar o meio em que vive. Além disso, críticas e autocríticas, culpa, experiências de abandono, rejeição, carência, frustração, vergonha, inveja, timidez, insegurança, medo e especialmente perdas e dependência, sejam elas financeiras e/ou emocionais, podem fazer com que a pessoa desencadeie um quadro de baixa autoestima.

Para que esse quadro seja revertido, a melhor maneira é respeitar-se, confiar e gostar de si mesmo, além de se autoconhecer, gostar da imagem que visualiza no espelho, aprender a identificar as próprias qualidades, tirar proveito das experiências do passado, respeitar-se, tratando-se com amor e carinho e, principalmente: acreditar que você é único e especial.

Fazer todo o dia alguma atividade que o deixe feliz pode ser um ótimo caminho. Não precisam ser atividades grandiosas: dançar, ler, conversar, caminhar, pode ser boas alternativas.

Potencializar a autoestima é o mesmo que desenvolver um relacionamento sólido de confiança, respeito e valorização consigo mesmo, a ponto de se tornar seu melhor parceiro! SEJA O MELHOR AMIGO DE SI MESMO!