Deseja parar de fumar?

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Uma recente pesquisa da Universidade de Sydney evidenciou que a grande maioria dos ex-fumantes pararam de fumar sem qualquer ajuda de medicamentos, ou seja, por conta própria, apesar de as campanhas de controle tabágico declararem a importância de métodos como a Terapia de Substituição da Nicotina, os adesivos, como forma de combater o tabagismo.

Essa pesquisa, que consistiu na análise de mais de 500 (quinhentos) estudos no âmbito da cessação tabágica, trouxe à tona que os métodos mais eficazes para deixar de fumar são a chamada “Síndrome de Abstinência”, que surge quando se deixa de fumar de um momento para o outro, ou ainda “reduzir para largar”.

Se o seu interesse é deixar de fumar, mas lhe falta coragem, saiba que a maioria esmagadora dos ex-fumantes afirma com tranqüilidade que parar de fumar foi menos difícil do que imaginavam! Que tal tentar? Abra mão desse vício e ganhe saúde!

 

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Autoafirmação

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A autoafirmação é caracterizada por um conjunto de comportamentos emitidos por um sujeito em um contexto interpessoal, no qual este evidencia seus desejos, opiniões, sentimentos e até direitos de forma direta, objetiva e honesta, mas sem infligir os direitos, atitudes e sentimentos do outro. Assim sendo, fica claro que o objetivo não é controlar, persuadir ou mesmo manipular os receptores, mas sim invocar uma atitude de respeito em ambas as partes.

Há três princípios para aplicar a autoafirmação, sendo que a prática tem uma determinada ordem. Inicialmente, a impressão que temos é que há muita coisa a ser aprendida. No entanto, a sua aprendizagem segue os passos da aprendizagem de condução de veículos. Pode ser um pouco complicado no início, mas à medida que praticamos, tudo se torna fácil e natural.

 1º) Focalize a sua atenção em seu interlocutor, deixando claro que para você é importante o ponto de vista dele, mesmo que você não esteja de acordo.

2º) Expresse-se de maneira direta, objetiva e clara sentimentos e pensamentos sem insistência e sem pedir desculpas.

3º) Ao fim de cada discurso, é fundamental que o objetivo , a ação e o resultado que deseja fiquem claros. Por isso, não hesite nem seja insistente. É desse modo que a atitude de autoafirmação permite que você fique à vontade na relação face a face, controlando a situação, procurando objetivos realistas. É interessante pensar que em caso de desacordo, é imprescindível o face a face, controlando a situaçmaros.  e clara seus sentimentos e pensamentos sem insistito de ambasa sas este evidencia senegociar mais na base do interesse mútuo que na ameaça.

Diante de tudo isso, fica bem transparente que a passividade não auxilia em nada nesse aspecto. Pelo contrário: uma atitude passiva evidencia medo de se envolver, o que pressupõe submissão e uma tendência a evitar o conflito, ou seja, fuga frente a contrariedades. Agindo dessa forma, permitimos que o outro trate nossos sentimentos, pensamentos e ações da maneira que ele quer, sem que você se defenda. É agir da forma que o outro quer, independente de seu desejo.

São comportamentos típicos do sujeito passivo:

  • Não pedir favores;
  • Apresentar postura corporal tensa e movimentos corporais desajustados ou ansiosos;
  • Mostrar acordo em assuntos que não lhe interessam;
  • Evitar contato visual;
  • Falta de confiança;
  • Apresentar um padrão de discurso hesitante.

Esse tipo de comportamento produz irritação, pena e aborrecimento por parte dos outros receptores, o que pode fazer que que estes abusem constantemente. Seus direitos são simplesmente colocados de lado, deixando que a raiva e o ressentimento cresçam dentro de si. Enfim, a passividade não traz resultados satisfatórios e tampouco assegura relações agradáveis com os outros. Em compensação, afirmar-se com tranqüilidade traz à tona várias possibilidades de resultados positivos em seus relacionamentos.

Como é bom ser ambicioso!

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A ambição nada mais é do que tornar o seu eu ideal, em real. É sermos autênticos naquilo que acreditamos, que respeitamos e amamos.

A questão é que definitivamente não é fácil ser autêntico. É por isso que podemos afirmar que a autenticidade é um caminho que poucos percorrerão, pois é muito difícil sermos fortes interiormente e dizer não e dizer sim quando assim tem que ser. Além disso, surgem uma variedade de coisas que fazem com que pensemos que o nosso ideal é falso e com isso acabamos por fugir dele, lenta e progressivamente, já que agir dessa forma é mais fácil.

Sermos ambiciosos é sermos exigentes com a nossa vida, mas muito exigentes mesmo, além de sérios com os nossos sonhos.

Observo várias pessoas a meu redor, pessoas estas que escolheram um determinado estilo de vida, com um emprego estável, razoavelmente remunerado, mas que definitivamente não são valorizadas em sua unicidade. Conformadas com sua escolha infeliz, dizem: “_ É a vida!”.

Outros sujeitos escolhem ficar com a pessoa que dizem que amam porque não “encontram” mais ninguém e não desejam ficar sozinhas. É compreensível, mas indigno. Simplesmente perderam a ambição. Tudo é mais difícil.

É interessante observar que à medida que a idade vai avançando, a ambição vai se perdendo, do mesmo modo que se perdemos o brilho no olhar, ou mesmo a vitalidade. Olhe à sua volta, e você verá. Felizmente há exceções, mas muitas vezes os adultos tornam-se criaturas mais conformadas.

Quando somos adolescentes, somos jovens, bonitos, cheios de ideais. Temos o futuro incerto e sentimo-nos livres para poder voar, sonhar e sermos ambiciosos. Quando concluímos a faculdade e conseguimos um emprego fixo, tudo se torna mais difícil. Muitas horas de trabalho, cansaço. O tempo a cada dia se torna mais curto e a vida se torna rotineira, despida de interesse, de luz, de novidade, de brilho. Essa não é uma visão pessimista e sim realista. E não pense que estou falando de pessoas idosas. Adultos jovens, com 27, 28, 29 anos, já perderam a ambição. É incrível, mas é verdade! Esses jovens adultos já entregaram-se ao sistema e muitos deixaram de sonhar.

Por isso, considero importante que pensemos nessas situações, pois não é fácil ser ambicioso quando nosso círculo social vai se desbotando. Os amigos se casam e deixam de ter tempo para nós. Nós mesmos nos comportamos dessa maneira. Existem muitas pessoas na rua, mas não as reconhecemos com ternura. Falta autenticidade em todo aquele espetáculo social. Enfim, sentimo-nos apagados e frios.

Sendo assim, onde está a chave da ambição? Eu creio que está dentro de nós e na seriedade de nosso compromisso com a felicidade. Precisamos escutar nosso interior. Creio que o segredo seja esse. Olhe para dentro de si e pergunte: “Sou feliz?”. É fundamental que façamos essa pergunta sem medo e que tenhamos coragem de mudar se assim for necessário.

Nada é mais valioso que a ligação entre o meu eu ideal, os meus sonhos, as minhas metas, o que eu quero ser e aquilo que sou. Ter ambição é ter isso. É a força da minha vontade mais alta que qualquer ideia ou juízo. A ambição é a concretização da minha unicidade. É sermos amigos de nós próprios!

Quando analisamos as psicopatologias, como as neuroses, obsessões, depressões, estas podem ser encaradas como sinais da falta de autenticidade em nossa vida. A insônia, a ansiedade, os pesadelos, são apenas reflexos do esquecimento da nossa felicidade.

A ambição é muito importante, já que veicula todo o resto e é de fato necessária para partirmos para a ação, não ficando somente sentados pensando nas possibilidades. É preciso agir e sentir a espontaneidade, a irregularidade e o espanto. Bem lá no fundo, isso é viver. Ser ambicioso é amar a vida.

Conhece alguém mais velho que é feliz de verdade? É realmente difícil conhecer alguém assim. Há uma altura da vida em que deixamos de sonhar e de lutar. Afirmamos para nós mesmos que estamos cansados. Perdemos a ambição.

Algo indispensável para a ambição é a capacidade de interpretação do nosso ser. Darmos-nos conta de que somos diferentes a cada minuto e que não precisamos ficar presos a uma forma de ser e de estar. Nós somos seres criadores! E assim vamos crescendo! O difícil é equilibrar a contínua renovação e o compromisso com a nossa ambição.

Chuvas de ideias!

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O nosso cérebro não para nunca! Nunca mesmo! É justamente por isso que diariamente somos bombardeados por uma grande quantidade de ideias, planejamentos, sonhos. Já parou para pensar que algumas dessas ideias podem ser valiosas? O mundo só progride a partir das ideias, dos projetos, das metas. Sendo assim, o que você tem feito com as ideias que surgem?

A partir do momento em que as ideias atingem a sua consciência, é uma escolha sua o que será feito com elas. As ideias vêm e vão, normalmente de uma maneira bem acelerada, dinâmica e volátil. Somente você pode lançar mão das mesmas. Você pode transformá-las, aumentá-las e concretizá-las. Fornecer forma e corpo. Fazê-las sair do plano mental e irem para o plano real. É verdade!

Normalmente, a ideia de inspiração está diretamente relacionada à ideia de criação artística. É como se somente a arte tivesse o dom de se ligar à inspiração e vice-versa. Então, desafio essa ideia e afirmo que diariamente somos invadidos pela inspiração. A inspiração, ao meu ver, nada mais é do que o aparecimento de ideias de natureza criativa. Como ser humano, posso afirmar que todos nós somos seres de ideias e assim, criativos e alvos para receber a inspiração. Isso não quer dizer que temos que nos sentar com um bloco de notas em mãos e aguardar a inspiração. Quer dizer que quando a ideia surgir, é muito interessante que a registremos em anotação ou lembrete de celular.

Não percamos as nossas ideias! Elas podem ser valiosas! Tome notas de suas ideias e as organize em tópicos. Depois, releia-as e sempre que surgir uma ideia, relacione-a ao tópico correspondente. Quanto mais nos comportamos dessa maneira, mais ideias surgem.

A partir do caos, estabelece-se a ordem. No caos está a ordem! Uma ideia pode parecer desfundamentada, até mesmo sem sentido, mas se você pensar nela com um pouco de calma, se dará conta de que ela esconde um mundo de outras ideias que se unirão para construir um todo coerente, lógico, desde que deseje investir nessa ideia. Assim, quando a inspiração aparecer, agarre-a e registre todas as ideias que tomarem conta de seu pensamento.

Uma ideia é um ponto de partida e nada mais. Logo que se começa a elaborá-la, é transformada pelo pensamento.” – Picasso

Foco no presente: exercício

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A atividade a seguir é relativamente simples e poderá ser útil para que você se concentre com mais facilidade no momento presente, desde que se dê conta de que é um exercício que precisa ser praticado constantemente. É importante lembrar que uma das maiores armadilhas para a desconcentração é que nossa mente vagueia de um pensamento para o outro com rapidez. A consequência disso é nos sentirmos frustrados e perdidos. Esse exercício fará com que você focalize a atenção em um único objeto. A principal função dessa atividade é treinar o “músculo mental”, o que significa que de maneira progressiva, você aprenderá a manter o foco e a atenção no que está a observar. A partir da prática, irá tornar-se melhor em focalizar a atenção naquilo que é mais importante no momento.

Fique tranquilo caso se distraia com os seus pensamentos, memórias e outras sensações. É comum que em exercícios do tipo essa situação ocorra. Não há qualquer problema. Dê o seu melhor para não se criticar ou parar o exercício. Somente observe o pensamento que surge em sua mente quando ela está no objeto e traga a atenção novamente para o objeto.

Escolha um pequeno objeto que possa colocar sobre uma mesa, que seja seguro de tocar e que seja emocionalmente neutro (nem agradável nem desagradável). Exemplos de objetos para a atividade são uma caneta, um lápis, um relógio, um anel, uma chave. Não escolha fotografias. Em seguida, procure um lugar confortável no qual não será distraído. Coloque o objeto em sua frente, em cima da mesa. Coloque o alarme para tocar 05 (cinco) minutos. Realize esse exercício de uma a duas vezes por dia, sempre escolhendo objetos diferentes.

Para iniciar o exercício, sente-se confortavelmente e inspire e expire devagar e profundamente algumas vezes. Depois, sem tocar no objeto, inicie olhando para ele, explorando com os olhos a superfície do mesmo. Demore o tempo que for necessário para explorar as suas formas. Em seguida, tente imaginar as diferentes qualidades que o objeto tem:

  • Como é a superfície do objeto?
  • É brilhante ou fosco?
  • Parece suave ou áspero?
  • Parece duro ou flexível?
  • Tem diversas cores ou somente uma?
  • O que mais parece ser único nesse objeto?

Demore o tempo que for necessário. Nesse momento, não há nada que você tenha que fazer, ou lugar onde tenha que ir. Agora, pegue no objeto e mantenha-o em sua mão. Comece a reparar nas diferentes sensações que ele desencadeia:

  • É suave ou áspero?
  • Tem arestas ou é plano?
  • É maleável ou rígido?
  • O objeto tem áreas que são diferentes das outras?
  • Como é que sente a temperatura do objeto?
  • Repare o seu peso.
  • O que mais observa na forma como o sente?

Continue a respirar de maneira confortável. Quando a sua atenção começar a vaguear, repare nisso e traga-a de novo para o objeto. Continue a explorar o mesmo até que o alarme toque.

Bom exercício!

Hipnoterapia e infertilidade

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Fala-se em infertilidade quando um casal, após um ano desejando conceber um filho, mantendo relações sexuais regularmente sem o uso de nenhum contraceptivo, não consegue engravidar. Caso a mulher tenha mais de 35 (trinta e cinco) anos, o período é reduzido para 06 (seis) meses. O termo é igualmente utilizado quando há a existência de 03 (três) ou mais abortos espontâneos consecutivos.

Conforme a Organização Mundial de Saúde, entre 60 e 80 milhões de casais no mundo são inférteis. Estatísticas europeias e americanas evidenciam uma proporção de 15 a 20% de infertilidade na população em idade reprodutiva. Aparentemente, a infertilidade masculina e feminina demonstra-se semelhante.

Causas

Não é uma tarefa simples diagnosticar as causas da infertilidade. As mais comuns são problemas hormonais que dizem respeito a perturbações na ovulação e na produção de progesterona e anomalias na morfologia e contagem de espermatozóides (homens), Síndrome do Ovário Policístico, Endometriose, problemas estruturais e funcionais nas Trompas de Falópio (mulheres).

Observa-se um aumento da infertilidade nos países industrializados, visto que tem se tornado comum o adiamento da idade de concepção, a obesidade, o sedentarismo, o consumo excessivo de gorduras, tabaco, álcool e outras substâncias, produtos usados na produção alimentar, produtos de limpeza doméstica e também a poluição ambiental.

Há também os casos sem um diagnóstico conclusivo. Estima-se que pelo menos 24% dos casos de infertilidade têm causas desconhecidas e/ou não diagnosticadas. Isso ocorre quando após um ano de tentativas naturais que não geraram uma gravidez, exames e testes de diagnóstico não confirmam a presença de causas fisiológicas.

Entre os casos cujo diagnóstico não é conclusivo, podem existir causas contextuais, biológicas e ambientais que não foram identificadas pelos médicos, dificuldade em identificar o período ovulatório, fatores emocionais e também psicológicos.

Corpo e mente: uma rede

Uma diversidade de estudos revela que fatores psicológicos têm um impacto considerável no funcionamento dos sistemas fisiológicos e podem estar na base de uma gama de distúrbios e desequilíbrios. Um exemplo disso é que elevados níveis de estresse impactam no sistema hormonal, que por consequência interfere na ovulação e pode resultar na dificuldade em conceber de maneira natural. Sendo assim, um efeito em cadeia revela um conjunto de situações que causam a infertilidade. Uma prova disso é que alguns casais que absorvem bem a ideia da infertilidade e acabam adotando uma criança, acaba engravidando naturalmente pouco tempo depois.

Emoções

Para a maior parte dos casais, ter um filho é um grandioso projeto de vida. É um sonho que se torna prioritário a todo o resto. Por isso, o desgaste físico e emocional a que um casal infértil se submete, pode gerar complicadas consequências na saúde física, psicológica e conjugal. A cada mês, um ciclo de esperança é formado, mas rapidamente frustrado com a ausência da concepção.

Hipnoterapia?

A hipnoterapia clínica tem como base a ideia de que a infertilidade pode ocorrer quando as nossas necessidades físicas e emocionais não estão satisfeitas, o que faz com que a rede corpo-mente perca o equilíbrio necessário para uma concepção natural. Existem uma infinidade de fatores para esse desequilíbrio, como profissional, social, processos de luto, especialmente os relacionados a abortos anteriores, emoções e crenças distorcidas acerca de ser pai/mãe, desgaste psicológico e/ou físico.

A intervenção hipnoterapêutica inclui técnicas personalizadas e específicas para cada caso, tais como relaxamento, terapia sugestiva e imagética.

Os principais benefícios desse método são a preparação para a parentalidade; o aumento da fertilidade a partir da restauração do equilíbrio físico, psíquico e emocional; liberação de bloqueios e traumas; a lida com processos de luto, medo e expectativas; a promoção da intimidade conjugal; o aumento da autoestima e da autoconfiança; o apoio emocional durante a gestação e o apoio da tomada de decisões, seja para uma fertilização assistida ou a adoção de uma criança, se esse for o caso.