Raciocínio verbal: uma ferramenta!

formas-potenciar-raciocinio-noticias

A aptidão verbal de cada sujeito tem uma relação direta com o sucesso deste. A habilidade de usar palavras e manipular a linguagem, de maneira que você possa expressar pensamentos, emoções, sentimentos e opiniões é algo grandioso. Advogados, políticos e artistas, de um modo geral, são aqueles que melhor lançam mão dessa habilidade, visto que são capazes de influenciar e envolver o público através do poder de suas falas.

Desse modo, podemos afirmar que quanto maior a nossa inteligência verbal, maior a nossa confiança para lutar por aquilo que desejamos. Além disso, somos melhores compreendidos e capazes de estabelecer relações mais íntimas e positivas quando nos expressamos melhor verbalmente.

Cientistas acreditam que quando a criança completa 05 (cinco) anos, ela já apresenta um repertório verbal de pelo menos 2000 (duas mil) palavras, o que não quer dizer que a criança saberá o significado de todas elas. Outra constatação é que o sentido visual exerce uma enorme influência no desenvolvimento da linguagem. Como exemplo, podemos pensar no primeiro livro sobre o alfabeto apresentado a uma criança. Uma linguagem é utilizada para qualificar e dar significado a uma letra, ou seja, “A” para animal, “B” para bola, “C” para casa e assim suscetivamente. É justamente por isso que a criança usufrui da mesma palavra para nomear objetos que apresentam formatos parecidos. Na verdade, conceitos visuais influenciam a linguagem por toda a vida. As palavras podem sumir da memória, mas a partir do momento em que utilizamos-as para transmitir uma imagem, a ideia que se encontra implícita ficará memorizada.

Outro ponto interessante é que aprimorar o vocabulário aumenta a nossa inteligência. A medida de vocabulário usada por um indivíduo é de 1000 (mil) palavras e o número de palavras disponíveis para alimentar o cérebro é acima de três milhões. Concorda que há um grande espaço de melhora? Sendo assim, quanto mais palavras conhecemos, mais estimulamos nosso cérebro. Além disso, um vocabulário extenso e mais requintado fornece vantagens no aprendizado, nos negócios e em nossas relações, já que conhecendo mais palavras, pensamos de uma maneira mais precisa e complexa. Um outro trunfo é que uma boa fluência verbal dará a vantagem de pensarmos mais rapidamente em situações de pressão! Vamos exercitar essa habilidade? Dicas simples como ler livros, revistas e artigos na internet, escrever mais, bem como a realização de atividades como palavras cruzadas, podem ser grandes aliadas.

 

Anúncios

Deseja parar de fumar?

1394127430803

Uma recente pesquisa da Universidade de Sydney evidenciou que a grande maioria dos ex-fumantes pararam de fumar sem qualquer ajuda de medicamentos, ou seja, por conta própria, apesar de as campanhas de controle tabágico declararem a importância de métodos como a Terapia de Substituição da Nicotina, os adesivos, como forma de combater o tabagismo.

Essa pesquisa, que consistiu na análise de mais de 500 (quinhentos) estudos no âmbito da cessação tabágica, trouxe à tona que os métodos mais eficazes para deixar de fumar são a chamada “Síndrome de Abstinência”, que surge quando se deixa de fumar de um momento para o outro, ou ainda “reduzir para largar”.

Se o seu interesse é deixar de fumar, mas lhe falta coragem, saiba que a maioria esmagadora dos ex-fumantes afirma com tranqüilidade que parar de fumar foi menos difícil do que imaginavam! Que tal tentar? Abra mão desse vício e ganhe saúde!

 

A infância como determinante da vida adulta

depositphotos_23728665_m2015_1-jpg

É fato que o relacionamento com os pais é fundamental para que no futuro, já adultos, os filhos saibam lidar com emoções negativas. Um exemplo que evidencia essa situação é a capacidade dos casais de resolverem os seus conflitos, que pode estar ligada ao tipo de relacionamento que cada um dos cônjuges teve com os pais durante a infância. Essa afirmativa foi confirmada em um estudo realizado por psicólogos da Universidade de Minnesota, EUA.

Conforme o artigo publicado na revista Psychological Science, quanto melhor e mais profundo o relacionamento com o pai e a mãe durante a infância, maior a capacidade das pessoas em superar discussões na idade adulta. Uma equipe de pesquisadores acompanhou um grupo de crianças de 12 a 18 meses nascidas nos anos 70. Duas décadas depois, avaliaram a maneira como esses sujeitos resolviam os conflitos em seus relacionamentos e verificaram quais os assuntos que para eles eram mais sensíveis.

Ficou claro que os indivíduos que tiveram uma relação favorável com os pais durante a infância se mostraram melhores na resolução de conflitos na fase adulta, na medida em que os pais ajudam a regular as emoções negativas das crianças. Sendo assim, elas se desenvolvem mais capazes de regular as suas próprias emoções após um atrito ou desentendimento.

Contudo, é importante afirmar que mesmo os sujeitos que não tiveram uma infância provida de segurança, podem aprender a resolver conflitos com um parceiro emocionalmente equilibrado. Jessica Salvatore, uma das autoras do estudo, declarou que “se uma pessoa puder guiar o processo de superação de um conflito, torna-se capaz de ajudar o companheiro e melhorar o relacionamento”.

Já a instituição espanhola Instituto Coca Cola da Felicidade e a Universidade Complutense de Madrid realizaram um estudo cujo objetivo era encontrar relações entre o estado de saúde e o nível de felicidade e se as pessoas felizes são mais ou menos propensas a problemas de saúde. Naturalmente, o estudo constatou que a relação entre o bem estar psicológico e a saúde existe.

O professor Carmelo Vázquez, que dirigiu o estudo, concluiu que diante de um problema de saúde, as pessoas mais felizes sentem-se mais saudáveis que as pessoas infelizes. A família e os amigos também são fatores que favorecem o bem estar.

O estudo foi feito através de três mil entrevistas a cidadãos espanhóis entre 18 e 65 anos. Ficou evidente que as pessoas mais felizes sentem-se mais saudáveis do que as infelizes.

Conforme a pesquisa, a sensação de saúde está relacionada com a felicidade, que está relacionada com os afetos. O ponto que se destaca é a influência da família e dos amigos no processo, pois os que se sentem acompanhados sentem-se mais saudáveis do que os que têm menos apoio. Isto quer dizer que mesmo as pessoas mais doentes podem se sentir mais saudáveis do que outras, desde que se sintam mais felizes. “O apoio social formenta a felicidade”, afirma Gonzalo Hervás, médico e co-autor do estudo.

Isso comprova que os problemas físicos acabam sendo menos importantes que os psicológico quando se avalia a satisfação com a vida. A depressão, os problemas de concentração, a ansiedade e o estresse são os maiores problemas que aparecem com a insatisfação.

Em suma, conclui-se que as boas relações sociais nos tornam mais otimistas, o otimismo faz com que nos sintamos mais felizes e a felicidade nos faz mais saudáveis.

Autoafirmação

auto-afirmacao_thumb1

A autoafirmação é caracterizada por um conjunto de comportamentos emitidos por um sujeito em um contexto interpessoal, no qual este evidencia seus desejos, opiniões, sentimentos e até direitos de forma direta, objetiva e honesta, mas sem infligir os direitos, atitudes e sentimentos do outro. Assim sendo, fica claro que o objetivo não é controlar, persuadir ou mesmo manipular os receptores, mas sim invocar uma atitude de respeito em ambas as partes.

Há três princípios para aplicar a autoafirmação, sendo que a prática tem uma determinada ordem. Inicialmente, a impressão que temos é que há muita coisa a ser aprendida. No entanto, a sua aprendizagem segue os passos da aprendizagem de condução de veículos. Pode ser um pouco complicado no início, mas à medida que praticamos, tudo se torna fácil e natural.

 1º) Focalize a sua atenção em seu interlocutor, deixando claro que para você é importante o ponto de vista dele, mesmo que você não esteja de acordo.

2º) Expresse-se de maneira direta, objetiva e clara sentimentos e pensamentos sem insistência e sem pedir desculpas.

3º) Ao fim de cada discurso, é fundamental que o objetivo , a ação e o resultado que deseja fiquem claros. Por isso, não hesite nem seja insistente. É desse modo que a atitude de autoafirmação permite que você fique à vontade na relação face a face, controlando a situação, procurando objetivos realistas. É interessante pensar que em caso de desacordo, é imprescindível o face a face, controlando a situaçmaros.  e clara seus sentimentos e pensamentos sem insistito de ambasa sas este evidencia senegociar mais na base do interesse mútuo que na ameaça.

Diante de tudo isso, fica bem transparente que a passividade não auxilia em nada nesse aspecto. Pelo contrário: uma atitude passiva evidencia medo de se envolver, o que pressupõe submissão e uma tendência a evitar o conflito, ou seja, fuga frente a contrariedades. Agindo dessa forma, permitimos que o outro trate nossos sentimentos, pensamentos e ações da maneira que ele quer, sem que você se defenda. É agir da forma que o outro quer, independente de seu desejo.

São comportamentos típicos do sujeito passivo:

  • Não pedir favores;
  • Apresentar postura corporal tensa e movimentos corporais desajustados ou ansiosos;
  • Mostrar acordo em assuntos que não lhe interessam;
  • Evitar contato visual;
  • Falta de confiança;
  • Apresentar um padrão de discurso hesitante.

Esse tipo de comportamento produz irritação, pena e aborrecimento por parte dos outros receptores, o que pode fazer que que estes abusem constantemente. Seus direitos são simplesmente colocados de lado, deixando que a raiva e o ressentimento cresçam dentro de si. Enfim, a passividade não traz resultados satisfatórios e tampouco assegura relações agradáveis com os outros. Em compensação, afirmar-se com tranqüilidade traz à tona várias possibilidades de resultados positivos em seus relacionamentos.