Psicologia das cores

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As cores são assimiladas pela visão, que é o sentido que mais rapidamente conduz informações até o cérebro. Podemos dizer, dessa forma, que os olhos são os sensores e o cérebro, o processador.

Quando escolhemos uma cor para elaborarmos um trabalho, é preciso compreender que estamos lidando com um elemento de estímulo imediato e que a cor escolhida desencadeará diversas reações em seus observadores, positivas ou negativas.

Podemos afirmar que as cores influenciam (e muito) o estado psicológico das pessoas de diversas maneiras e são mais ligadas às emoções. É um fato que as pessoas se lembrarão mais das cores do que das formas.

Vejamos a representação das principais cores do dia a dia:

Azul: é uma cor discreta, reservada, que parece afastar-se. Normalmente expressa confiança, harmonia, reserva, afeto, amizade, fidelidade e amor.

Vermelho: é a cor que sai ao encontro. Excelente para expressar alegria entusiasta e comunicativa. É a cor mais excitante de todas e pode significar paixão, emoção, agressividade, ação e perigo.

Amarelo: destaca-se sempre em todas as partes e sobre todas as coisas. É a cor da luz, que pode significar egoísmo, ciúmes, inveja, ódio, adolescência, risco, prazer.

Rosa: o ditado popular “mundo cor-de-rosa” de fato evidencia a simbologia dessa cor: ingenuidade, bondade, ternura e ausência de toda forma de mal.

Violeta: indica ausência de tensão. Pode significar tranqüilidade, calma, autocontrole, dignidade, aristocracia, como também pode indicar violência, engano, agressão premeditada.

Laranja: é a cor do fogo flamejante, escolhida como sinal de precaução. Significa regojizo, festa, prazer e aurora.

Branco: é a cor que transmite inocência, paz, divindade, estabilidade absoluta, infância, calma e harmonia.

Cinza: é a cor que iguala todas as coisas e que dá espaço para que cada cor tenha seu espaço sem sofrer nenhum tipo de interferência. Normalmente expressa desconsolo, passado, velhice, indeterminação e desânimo.

Preto: é a cor que tem a tendência de evidenciar tudo o que está escondido, velado e pode significar separação, morte, tristeza e noite. Também possui sensações positivas como seriedade, pesar e nobreza.

Pais: sempre preocupados?

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É completamente natural que os pais se preocupem com seus filhos mesmo quando eles se tornam adultos, independente de estarem ou não em casa. Para os pais, os filhos sempre serão filhos.

Durante vários anos, quando ainda eram crianças, os pais sentiam-se responsáveis por eles e por quase tudo o que acontecia em suas vidas. Assim, não é na vida adulta que os pais deixaram de auxiliar os filhos nas demandas que surgirem.

É comum que os pais se lembrem de uma variedade de situações que fizeram com que ficassem vigilantes ou ainda que provocassem o acelerar do coração, especialmente quando temiam que algo pudesse não ter o desfecho desejado, o que causaria um impacto negativo nas vidas nos filhos.

Provavelmente a maioria esmagadora dos pais é preocupada com uma grande quantidade de coisas e situações e nem sempre é fácil parar ou mesmo modificar o registro à medida que os filhos crescem e se desenvolvem.

Assim sendo, a preocupação dos pais com os filhos já adultos, surge na continuidade de um conjunto de padrões que foram sendo desenvolvidos na infância, quando iniciou-se a relação pais-filhos, quando estes eram ainda indefesos e incapazes de lidar com o mundo ao redor.

A questão é que não há dúvidas que se alguém se preocupa conosco, essa preocupação é encarada como um sinal de amor e como uma demonstração de afetividade e cuidado. É unânime que as pessoas se sentem reconhecidas e agradadas em relações em que o outro manifesta alguma preocupação conosco e procura ajustar-se às nossas necessidades. Sob essa perspectiva, a preocupação mostra-se como o investimento que uma pessoa faz em uma determinada relação.

Não obstante, assim como qualquer padrão de excesso, a preocupação exagerada pode constituir-se como um elemento de afastamento, não contribuindo minimamente para a consolidação da relação. É interessante salientar que o excesso é danoso não somente com relação à freqüência em que manifestamos a nossa preocupação, mas também no modo como a manifestamos.

Por isso, observe a quantidade de preocupação que manifesta, não se tornando um fardo para os filhos. Quando manifestamos uma preocupação, podemos causar algum desconforto para o outro e é nesse aspecto que a forma que manifestamos a preocupação precisa ser suave. É fundamental que seu filho não compreenda que você o reconhece como incapaz de gerir os próprios assuntos e decisões.

A manutenção da autonomia e da confiança é a base para qualquer relação saudável e que perdura no decorrer do tempo.

Como fazer com que meu parceiro compreenda o meu desejo?

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Você sabia que a maioria dos problemas relacionais é desencadeada pela ausência da realização das expectativas de um ou de ambos os parceiros? Isso ocorre com uma grande freqüência porque muitas expectativas são expressas de uma forma que o parceiro não compreende, ou ainda através de obrigações e sermões. Tudo isso acaba despertando o sentimento de frustração, quando na verdade o que desejamos é experimentar o momento da transformação da nossa expectativa em realidade.

O primeiro e mais importante passo é saber falar de nossas expectativas de maneira clara e precisa. O sujeito que está do outro lado precisa compreender o que esperamos dele. Quando isso acontece, ele terá condições de manifestar se está apto ou não a realizar a nossa expectativa. Mas como fazemos isso?

Coloque a sua expectativa em uma frase e evite formulações negativas como, por exemplo, “não quero que você…”. Ao invés disso, use “eu quero que você…”.

Em seguida, avalie a sua expectativa: em uma escala de 0 a 10, em que 0 significa “nada importante” e 10 “muito importante”? Além disso, é interessante pensar se essa expectativa é realmente importante para você ou se está sendo influenciado por alguém: (amigo, chefe, mãe, personagem de novela).

Deve-se avaliar ainda se a pessoa em questão tem condições de realizar a sua expectativa (financeira, social, características de personalidade, metas para o futuro, tempo disponível).

Declare suas expectativas com frases que se iniciem com “eu gostaria que”, “eu preciso que”, “é importante para mim” e “é do meu interesse”. Desse modo, fica evidente para ambos que você é o emissor e o outro o receptor.

Outro ponto fundamental é pensar que o parceiro também tem expectativas e que este é um momento propício para esclarecer se as suas expectativas se complementam e se são ou não compatíveis. Nesse momento, é imprescindível não cair em armadilhas como a culpa e a irritação.

Por fim, esteja disponível para procurar um compromisso. Lembre-se sempre que palavras, atitudes e ações do parceiro têm muito a ver com suas características pessoais, seus planos, desejos e interesses e não se resumem ao gosto de criar conflitos e contrariar. Não hesite em abrir mão de expectativas quando perceber que a sua realização está comprometida no momento. Liberando expectativas travadas, liberamos também energia vital para a realização de outros sonhos e de novas expectativas.