Smartphones: insônia, estresse e depressão

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Um recente estudo desenvolvido pelo psicólogo e professor organizacional e da saúde Cary Cooper, da Universidade de Lancaster, revela que smartphones podem desencadear insônia, estresse e até mesmo depressão. Esse psicólogo afirma que esses aparelhos disponibilizam uma saída passiva onde o sujeito não sente a necessidade de interagir com o mundo real ou enfrentar os problemas.

Do mesmo modo que a luz da televisão atrai e entorpece os sentidos, os aparelhos eletrônicos, especialmente os smartphones, também. Cooper, em uma entrevista para o jornal The Sun, declara que estes aparelhos podem causar vício e destruição. “As tecnologias de computador podem ser viciantes porque elas são psicoativas – alteram o humor e muitas vezes desencadeam sentimentos agradáveis”.

Por isso, esse profissional fornece dicas para limitar o tempo de uso das tecnologias e evitar problemas de saúde:

Fale mais: O celular pode ser uma grande ferramenta para agendar e organizar conversas pessoalmente. Estar fisicamente com alguém melhora e muito a qualidade da comunicação. Além disso, somente pessoalmente podemos reconhecer a linguagem corporal, tão importante para a transmissão das mensagens.

Exercite-se mais: Salvo pelo fato de sua profissão exigir que você sempre esteja contactável, é interessante que fique algumas horas longe do celular. Atividades físicas, exercícios aeróbicos, especialmente os realizados ao ar livre, como a caminhada e a corrida, aumental o fluxo de sangue e oxigênio para o cérebro, que regenera os receptores e auxiliam em um melhor raciocínio.

Saiba o momento de usar: Mesmo que o celular esteja sempre disponível, não devemos usá-lo a todo tempo. Há momentos em que necessitamos concentrarnos em outras atividades.

Faça um balanço: Tal como alguém viciado em bebidas, cigarros ou qualquer outra coisa, um sujeito viciado na tecnologia dos smartphones tem grandes dificuldades em ficar sem o celular. Por isso, esitpule horários para o uso do aparelho e evite fazer acessos, mesmo que pequenos, fora desse período.

U-se o melhor: Os smartphones não têm nada de errado. O errado é a pessoa que o usa. Assim como qualquer outra ferramenta, o celular precisa ser usado com sabedoria e bom senso.

Peça ajuda: Se reconhece que está com um problema nesse aspecto, dependendo o smarphone para se sentir bem, não hesite em solicitar ajuda de um psicólogo.

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