Decisões em família: uma boa alternativa!

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Apesar de ser positivo e saudável, manter o equilíbrio familiar nem sempre é uma tarefa simples. Esse equilíbrio se torna ainda mais complicado quando os pequenos passam a assumir um papel ativo no espaço familiar, reagindo de acordo com o meio e também pelos próprios desejos.

Com o crescimento das crianças, surge uma outra instituição que interfere diretamente em sua atuação: a escola. Desse modo, faz-se necessário o acompanhamento parental ao nível do percurso escolar, já que esse acompanhamento influencia diretamente no desenvolvimento mais ajustado das crianças. Isso pode ser feito através de visitas regulares e participação nas atividades promovidas pela escola.

No decorrer do desenvolvimento da criança, os pais não devem deixar de acompanhar o desenvolvimento desta na escola. Pelo contrário: é importante o encorajamento, a motivação e o reforço contínuo para o progresso educativo dos filhos, que podem ser evidenciados através da participação ao nível dos para casas e o compartilhamento de situações e tarefas escolares no ambiente familiar. Quando os pais se comportam de maneira ativa, os resultados são surpreendentes: os comportamentos desfuncionais e até mesmo agressivos das crianças, assim como o humor depressivo e a ansiedade diminuem consideravelmente. Concomitantemente, são observados comportamentos favoráveis socialmente, como atitudes de cooperação e autocontrole.

À medida em que as crianças vão crescendo, os problemas também crescem. Não obstante, por mais que surjam novos desafios, é crucial que os pais continuem participando ativamente da vida dos filhos, fazendo com que estes se sintam fortalecidos para buscarem o caminho da autonomia. Vários estudos revelam que as crianças começam a participarem das decisões familiares entre os 09 e os 14 anos, sendo que se tornam mais ativos nesse processo entre os 15 e 20 anos. Esta participação está diretamente relacionada ao grau de abertura dos pais, que permitem ou não que os filhos se tornem participativos nesse aspecto.

A tarefa de tomar decisões entre pais e filhos não é fácil, mas ao mesmo tempo, fundamental para que os filhos se desenvolvam em um ambiente que permitirá com que eles consigam tomar decisões mais acertivas na vida adulta. Na adolescência, os jovens conseguem tomar algumas decisões sozinhos, especialmente no que diz respeito à aparência, trabalhos escolares e atividades sociais. Contudo, ainda contam com o apoio dos pais nas decisões relacionadas ao dinheiro e saúde, o que sugere que há um desenvolvimento da autonomia de maneira progressiva em relação a estas áreas.

Salienta-se que não há um padrão mais favorável para a tomada de decisões. Este processo é uma consequência do desenvolvimento da independência e responsabilidade dos adolescentes, de acordo e relacionado com o tipo de decisões que enfrentaram no decorrer da sua vida e das consequências que foram proporcionadas.

Desse modo, família, se esforce para tomar decisões em conjunto!

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