Como é difícil enfrentar o luto!

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A morte de alguém querido é algo extremamente complicada de encarar. Causa uma ferida intensa, dolorosa e difícil de cicatrizar. No início, essa ferida dói de maneira quase que insuportável, a ponto de muitas pessoas acreditarem que não conseguirão sobreviver a esse período.Não obstante, com o tempo essa ferida se fecha. A questão é que o processo para a cicatrização dessa ferida pode ser moroso e doloroso, especialmente quando os pais perdem um filho.

O que torna esse processo um pouco mais suave é compreender melhor a morte, aprendendo a fazer a conexão com o amor desse ente querido, agora falecido, e reaprender a viver sem ele.

Há casos em que se faz necessária a busca por ajuda especializada, no caso, a terapia, já que esta pode trazer muitos benefícios, na medida que faz o sujeito vivenciar um processo de reaprendizagem, descobrindo e reconhecendo a maneira peculiar de vivenciar o luto e encontrando as próprias ferramentas para alívio da dor.

O luto é dividido em fases, que seguem:

  • Entorpecimento

É sempre a primeira reação, muitas vezes acompanhada de descrença e choque, podendo durar de horas a dias, podendo também ser acompanhada por choro e raiva.Distúrbios somáticos, como dores de cabeça, dores no estômago, enjoos, desmaios, entre outros, além da negação da perda podem estar presentes como forma de defesa que o psíquico encontra para se proteger da situação.

  • Busca e saudade

 É o momento em que o sujeito vivencia a dor buscando maneiras de compreender o que está acontecendo.

  • Desorganização e desespero

Talvez esta seja a fase mais difícil, visto que há o reconhecimento da constatação da perda de uma maneira definitiva, havendo enorme risco de apatia e depressão com afastamento do meio social e das atividades rotineiras.

  • Reorganização e aceitação

Somente a partir dessa fase é que o sujeito reconhece que sua vida terá que se readaptar da melhor maneira possível, com sentimentos positivos e menos devastadores, o que permite uma aceitação e o retorno da independência e iniciativa.

Sendo assim, se está passando pelo luto, tenha calma e confiança em si mesmo e em sua capacidade. A dor não é definitiva, somente passageira, por mais dilacerante que seja. Certamente, todos nós conseguimos atingir a última fase do luto e voltar a viver com a nossa energia normal. Tenha fé em si mesmo e caso sinta necessidade, procure auxílio terapêutico.

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