Deseja ser aprovado em um concurso público? Siga as dicas…

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No atual contexto brasileiro, se torna cada vez maior o número de pessoas que desejam estabilidade financeira e um emprego seguro. Felizmente, essa realidade é bem atingível para um grupo considerável de sujeitos, visto que também é crescente a abertura de vagas que são ocupadas através dos concursos públicos. Você deseja ardentemente uma dessas vagas? Então, prepare-se: há uma série de coisas que precisam ser estudados e uma infinidade de livros e apostilas para serem lidos.

É extremamente comum que muitas pessoas escolham o início de um ano para começarem a se dedicarem aos estudos. Entretanto, estando no mês de janeiro, você observa que muitos de seus amigos estão em férias escolares e você acha que merece descansar um pouco. Em fevereiro, ainda em ritmo de férias e com a chegada do Carnaval, você pensa que ainda há muito tempo para estudar a partir do mês de março e adia mais um pouquinho. No mês de março, seu irmão lhe indica um jogo online sensacional, que faz com que você disponha de todo o seu tempo livre para desfrutar dessa delícia. Passam os meses de abril, maio… De repente, você se depara com uma quantidade inacreditável de conteúdos para estudar, e o tempo parece mínimo. O que fazer?

Esse hábito, tão comum, mas ao mesmo tempo tão ruim, tem um nome: PROCRASTINAÇÃO, tema este já desenvolvido em outro texto exposto nesse blog. A procrastinação é algo tão comum entre os estudantes, que muitas universidades americanas mantêm páginas em seus sites oficiais com conselhos de como vencê-la. No Brasil, ainda não foram desenvolvidas páginas que trabalham especificamente com esse tema. Enquanto isso não acontece, seguem algumas dicas para você deixar de procrastinar e se dedicar rigorosamente aos estudos.

1) Saiba o que deseja: Você realmente deseja passar em um concurso público? Se a resposta é sim, certamente se sentirá motivado a lutar por isso. Se você está em dúvidas, certamente a motivação não será a mesma. Desse modo, resolva essa questão o quanto antes e descubra o que realmente quer fazer.

2) Organização é fundamental, mas a diversão também: Ter tempo para todas as atividades é uma necessidade. Dormir, se alimentar bem e se divertir são coisas cruciais para que você se dê bem nos estudos. O que não pode acontecer é se dedicar exclusivamente aos momentos de lazer. A sugestão é elaborar um cronograma com as tarefas que precisam ser feitas, incluindo nele um espaço para os momentos de diversão.

3) Comece: O ditado “não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje” é uma lei para quem deseja verdadeiramente estudar. Na verdade, é muito bom para nós mesmos que criemos o hábito de começar já tudo o que temos que fazer. Substitua o “mais tarde eu faço” pelo “vou resolver isso imediatamente”.

4) Elimine as distrações: Quando for estudar, não hesite: desligue a TV e o celular. Os aparelhos eletrônicos, de um modo geral, são as maiores distrações de quem deseja estudar. Então, definitivamente, mantenha-os longe de você nos momentos em que estiver estudando, e desligue-os.

5) Estudar deve ser sua nova profissão: Seu intuito é passar em um concurso público, certo? Isso quer dizer que, quando estiver trabalhando, será um profissional responsável e dedicado. Assim como acontecerá em sua vida profissional, é necessário que você, como estudante, cumpra horários, se organize, faça cronogramas de trabalho e siga os planos com seriedade e disciplina.

6) Gostar de estudar exige treino: Esforce-se ao máximo para aprender a gostar dos conteúdos que você precisará estudar. Começar uma tarefa acreditando que essa será ruim e maçante é desmotivador e fará com que você rapidamente desista. Seu cérebro capta essa informação negativa e seu comprometimento com os estudos, consequentemente, será menor.

Pare, pense, mude de conduta e… Bons estudos!

Como lidar com as incertezas do futuro?

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É um fato: todas as pessoas desse mundo, sem exceção, vivem em um contexto de incertezas, onde nos deparamos com informações incompletas, ocorrências imprevisíveis e surpresas garantidas. Os momentos de turbulência também fatalmente acontecerão com todos nós. O que nos conforta é pensar que “depois da tempestade, vem a bonança”. Tentar prever os momentos em que nos depararemos com situações problemas, com o intuito de eliminar o risco das mesmas, é mera fantasia.

Mesmo que você, leitor, não acredite nessa afirmativa e esteja confiante de que está preparado para enfrentar qualquer coisa, tenho uma notícia ruim para lhe dar: você definitivamente não está. Saiba que as pessoas bem sucedidas e felizes são capazes de “andar pela incerteza”. Se não é possível saber o que nos espera amanhã, como podemos nos preparar? É preciso que compreendamos que é necessário que nos preparemos para a ocorrência de nunca estarmos preparados para tudo. Você deve estar se perguntando: É possível se preparar para lidar com os imprevistos, com o inesperado? Sim, é possível. Seguem dicas que certamente lhe auxiliarão:

O primeiro passo é parar. Isso mesmo, parar. Se o momento exige que você forneça uma resposta imediata, faça uma rápida pausa. Somente dessa maneira nos permitimos fazer algo essencial para a solução de qualquer problema. Se está no trabalho, levante-se e caminhe um pouco. Caso esteja em casa, tome um banho. Enfim, se permita relaxar e pensar.

Um segundo ponto é avaliar suas atuais opções. Pensar em como seria positivo se as coisas fossem diferentes não resolverá o seu problema. Tentar encaixar o seu antigo plano em um novo e atual contexto também não funciona. Quer uma dica? Pegue uma folha de papel e escreva as opções que você tem. Pense no resultado que objetiva alcançar e os recursos disponíveis para colocar essa meta em sua realidade. É interessante anotar tudo isso, pois você estará retirando uma ideia do campo do pensamento para a vida real.

O próximo passo é se comprometer com o que você se propôs a fazer. Tomou uma decisão sensata, baseada em uma anterior avaliação? É hora de assumir esse compromisso. Mesmo que a decisão não seja a ideal, mesmo que não lhe dê todos os resultados que estava à espera, pense que foi a melhor possível diante das circunstâncias. Siga em frente e enfrente a tempestade sem hesitações.

A modernidade tem feito com que a todo tempo nos confrontemos com tempestades sociais, financeiras e profissionais. O desejo da maioria das pessoas é se sentir preparada para qualquer eventualidade. Entretanto, somos frequentemente surpreendidos  com novos e inesperados acontecimentos. Lidar com o imprevisto é um grande desafio. Não paralisar e não sofrer demasiadamente perante a incerteza é um enorme trunfo. Planejar é muito bom, mas é melhor ainda quando reconhecemos que podemos e devemos, em alguns momentos, desistir, reformular o plano e até mesmo recomeçar do zero. É uma tarefa árdua, eu sei, mas extremamente favorável e necessária para nossas vidas.

Quer emagrecer? Aprenda a pensar magro!

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Você deseja emagrecer? Saiba que não existe fórmula mágica. A única alternativa para perder peso é consumir menos e gastar mais calorias. Parece difícil demais? Não se você tiver como aliado o poder de sua mente! É isso mesmo!

É bem interessante dizer que perder peso é uma tarefa excessivamente árdua para um sujeito que tem em sua cabeça o registro de um corpo gordo. Sidney Chioro, neurologista e professor de psiquiatria da Universidade de São Paulo (USP), sempre apostou nessa ideia e apoiou seu trabalho com obesidade em recursos que atuam no sistema neurológico. “São as emoções que traçam o caminho das mensagens no circuito dos neurônios. Um padrão neurológico inadequado pode transformar uma carência afetiva num comando de fome”, explica Sidney. Sendo assim, não é raro que muitas pessoas que estão passando por algum problema no relacionamento sintam uma enorme vontade de comer uma caixa de bombons inteira ao invés de buscar uma solução para o relacionamento.

A chave mestra para quem quer emagrecer é educar a mente. Ser positivo é uma grande alternativa. As pessoas gordinhas normalmente não se sentem à vontade para chamar uma amiga também gordinha de “baleia”, mas têm uma facilidade tremenda em se nomearem dessa maneira. Agindo dessa forma, inconscientemente a pessoa programa o seu cérebro para uma derrota contra a balança. Pensamentos como “sempre vou ser gorda” ou “nunca vou conseguir perder peso” bloqueiam completamente as possibilidades de mudança corporal, mantendo o corpo pesado. Por isso, seja positivo. Elimine definitivamente pensamentos gordos. Quando eles vierem à mente, diga firmemente: “Pare ou apague!”.

Todos os indivíduos são capazes de tudo, desde que desejem e se esforcem para isso. Então, deixe de dizer que não tem pique para malhar ou que para você é impossível viver sem comer doces. Todas as pessoas podem fazer dieta, desde que realmente queiram isso. Além disso, é fundamental que as pessoas que desejam emagrecer tracem para si metas realistas. Não adianta querer perder 50 quilos em um mês. Não vai funcionar. A paciência e a perseverança são imprescindíveis nesse momento. Diga para si mesmo: “Não perdi peso ainda, mas, quando decidir de verdade, vou conseguir”.

Criar imagens mentais do emagrecimento também é uma excelente ferramenta. Como fazer isso? É bem simples: Feche os olhos e se veja caminhando em um lugar tranquilo e que você goste. Se disser “eu vou andar ouvindo música”, criará também um estímulo auditivo. As representações sensoriais visuais e auditivas ajudam o cérebro a traduzir os pensamentos em ações. Com o passar do tempo, se imagine ficando mais magro nessas caminhadas.

Elogiar a si mesmo é muito bom. Quando nos elogiamos, reforçamos o nosso bom humor e nossa disposição. E quando estamos bem, não precisamos de encher o prato para curar uma dor emocional. Reserve um momento do seu dia para agradecer tudo o que tem de bom em sua vida e tudo o que tem alcançado. Se possível, faça isso antes de uma refeição, pois desse modo esse exercício fará calmante e deixará você com o estado de espírito perfeito para comer com tranquilidade.

Transforme seus desejos em metas. Se imagine, fale e escreva sobre você como se já estivesse mais magro. Visualize-se em uma roupa menor e também se imagine subindo em uma balança e feliz por ter perdido peso. Posteriormente, registre essas cenas em um caderno de tarefas. Assim, o seu desejo é transformado em compromisso. À medida que você for progredindo, revise, melhore e amplie suas metas.

Controlar o desejo de comer é imprescindível. Pense na seguinte questão: comer é necessário, mas comer exageradamente é gula.  E a gula é controlável. Seguem algumas dicas para mudar esse hábito ruim:

  • Beba água aos goles. Da próxima vez que você sentir fome fora de hora, beba um copo de água em pequenos goles. Se for gula, a vontade de comer vai passar rapidamente.
  • Contar até 10 é ótimo! Não se entregue à gula imediatamente. Resista a ela por dez minutos. Esconda as guloseimas e saia para andar ou ocupe as mãos com um trabalho manual.

 

Finalmente, ame seu corpo! Quase todas as pessoas, principalmente as mulheres, sempre encontram algum defeitinho no próprio corpo. Valorize o que você tem de bom fisicamente, reconhecendo, claro, que você poderá ficar ainda melhor. Dessa forma, você trabalhará com a elevação de sua autoestima, o que é fundamental para que nos sintamos motivados durante todo o processo de emagrecimento. Cultive o bom humor, adote atitudes saudáveis e trace perspectivas positivas. Sua mente sempre trabalhará a seu favor se você mudar sua forma de se ver e de ver a dieta! Pense nisso!

Menopausa e sexualidade

Menopausa

 

A menopausa pode ser resumidamente definida como sendo o fim da capacidade reprodutora feminina, já que há a cessação hormonal nos ovários e a extinção da menstruação. A menopausa é o encerramento do período de modificações no ciclo menstrual e pode se manifestar de formas variadas de mulher para mulher. Ainda assim, é possível dizer que esta traz uma série de sintomas e consideráveis mudanças físicas e psicológicas para quase todas as mulheres. Essas alterações são vivenciadas com maior em menor intensidade e duração, mas independente disso, essas mudanças são sentidas como uma nova fase na vida da mulher e na vida de quem com ela vive.

Um dos sintomas mais populares na menopausa diz respeito aos calores súbitos, que são extremamente frequentes no primeiro ano após a última menstruação. Esse sintoma é descrito como “uma onda de calor inesperada e repentina”, normalmente seguida de rubor da face, pescoço e peito, além da desconfortável e intensa sudorese. O calor súbito é muito inquietante, visto que pode não somente interferir no sono da mulher, mas também no sono do parceiro quando essa onda de calor acontece no período noturno.

Sexualmente falando, a chegada da menopausa pode diminuir o desejo sexual e a libido da mulher. Esta pode passar a simplesmente não se interessar mais por sexo. É bem comum me deparar com queixas desse nível no consultório. É notório que a paciente sofre e sente um grande mal estar diante dessa situação, especialmente porque o parceiro também arca com as consequências da menopausa, nesse sentido. É interessante dizer que estas queixas, na sua maioria, encontram proveniência nas alterações físicas e fisiológicas que ocorrem durante e após a menopausa. Vejamos as principais:

Secura vaginal – A partir da menopausa, ou seja, quando a mulher vivencia a diminuição da produção hormonal, o corpo feminino sofre uma severa redução da capacidade de lubrificação. Desse modo, a relação sexual passa a ser, ao invés de prazerosa e satisfatória física e mentalmente, incômoda a até mesmo muito dolorosa para a mulher, podendo gerar pequenos ferimentos e sangramentos. Associado à secura, ocorre ainda a diminuição do espessamento das paredes vaginais, podendo intensificar a dor sentida no ato. O sexo passa a ser associado à dor, o que faz com que seja constantemente evitado.

Alterações de Humor – As alterações hormonais geram mudanças não somente no campo físico, mas também no psicológico. Sintomas como irritabilidade, ansiedade e até depressão podem se tornar comuns e rotineiros na mulher em menopausa. Tudo isso faz com que a mulher não mais se disponibilize emocionalmente para o ato sexual, o que fará com que ela deixe de ter desejos. Com isso, as mulheres se sentem ainda mais deprimidas, muitas vezes passando a tomar antidepressivos, o que faz com que o desejo sexual das mesmas se torne ainda mais reduzido.

Autoimagem – A autoimagem é um fator determinante para o bem estar tanto no homem quanto na mulher. Por isso, obviamente, esta pode interferir no desejo sexual das pessoas. Quando a mulher entra na menopausa, ela está vivenciando uma fase distinta de sua vida; um período de muitas transformações e que exige muito dela. A menopausa pode gerar aumento de peso, perda de elasticidade da pele, incontinência urinária, entre outros sintomas, e tudo isso pode afetar em larga escala a forma como a mulher se vê e se sente a nível sexual. Quando a mulher não se sente bem com o próprio corpo, ela acaba não conseguindo se doar sexualmente. E isso compromete o desejo sexual.

É crucial reconhecer que os fatores anteriormente mencionados são muito relevantes para a existência do desejo sexual. Não obstante, esses fatores não devem ditar o fim de uma vivência sexual satisfatória. A modernidade oferece à mulher uma série de respostas para superar estas barreiras. Além do acompanhamento médico, o acompanhamento psicológico pode ser uma ferramenta ímpar para auxiliar a mulher e o casal a obter uma vivência sexual mais satisfatória e feliz.

Ingestão compulsiva de alimentos

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Eu quero comer, eu quero comer, eu quero comer!!! Eu preciso comer agora! Nesse minuto! Não posso mais esperar! A vontade está me matando! Quero comer mais! Vou comer um pacote de biscoitos, alguns pães, e logo após essa pequena barra de chocolate. Vou comer essas batatas fritas também! Já fiz tantas dietas e falhei! Vou falhar dessa vez também! Vou comer a última fatia do gostoso bolo de chocolate que está na geladeira e o resto da sobremesa! Aaaahhhh! Comi demais! Estou me sentindo tão cheia e indisposta que mal consigo me mexer. Puxa, estava tão disposta a não fazer mais isso, mas não consegui resistir! Por que é que eu voltei a fazer isso? Não devo gostar de mim! Não há outra explicação! Eu definitivamente não tenho amor próprio! Chego a sentir repulsa de mim. Meu ato é a prova de que eu não me cuido. Estou tão triste e frágil…

Em uma ou mais situações, já atuou dessa forma? Esse é um episódio típico de ingestão compulsiva. Esse episódio caracteriza-se por uma ingestão excessiva de quantidade de alimentos, associada a uma perda de autocontrole, que só tem fim quando o sujeito vivencia uma forte dor estomacal juntamente com um intenso mal estar físico. Além disso, sentimentos de culpa, tristeza, indignação consigo, revolta e até repugnância por si mesmo e pelo ato que acabou de executar estão presentes. O indivíduo sente-se cheio de comida, mas ao mesmo tempo, sente um grande vazio interior.

Normalmente, quando a pessoa age de maneira descontrolada no campo alimentar, nada mais é que uma tentativa errônea em lidar com emoções negativas e/ou intensas. Muitas pessoas buscam conforto e bem estar na comida quando estão diante de um problema. Isso faz com que esses sujeitos criem uma relação de dependência emocional com o alimento, dependência esta difícil de ser rompida.

Quando há uma presença significativa de episódios como esses na rotina de um indivíduo, este pode estar vivenciando uma perturbação alimentar, denominada Perturbação de Ingestão Compulsiva. Esse transtorno não se caracteriza apenas por episódios como o citado anteriormente, mas também pelos seguintes sintomas:

  • Pensamentos constantes e invasivos acerca de comer e comida;
  • Isolamento como tentativa de esconder as grandes ingestões alimentares;
  • Sentimentos de vergonha, com receio de ser flagrado em uma ingestão compulsiva;
  • Mal estar e cansaço físicos;
  • Perda de controle e inevitável comer excessivo;
  • Baixa autoestima;
  • Ganho de peso;
  • Isolamento social;
  • Culpabilização e sentimentos negativos sobre si mesmo;
  • Pouca esperança com relação à possibilidade de mudança.

É importante afirmar que o quadro de Bulimia apresenta algumas características semelhantes. Não obstante, a Bulimia exige que a pessoa se comporte de maneira compensatória após a ingestão exagerada de alimentos como, por exemplo, a indução do vômito ou o uso de laxantes e diuréticos, que serão usufruídos com o intuito de controlar o peso e a forma corporal. Além disso, o sujeito bulímico se preocupa excessivamente com o peso/forma, e essa preocupação passa a assumir um papel central em sua vida. O medo de engordar é a base de vida desse indivíduo. Este passa a fazer dietas rígidas e sufocantes que são levadas à risca, independente dos danos físicos e psicológicos que essas condutas podem ocasionar. Em compensação, na Anorexia, a porcentagem de ocorrência de episódios de ingestão compulsiva é praticamente nula.

A Perturbação de Ingestão Compulsiva afeta pelo menos 2% da população mundial, sendo que desse público, 65% são  mulheres, contra 35% de homens. No que diz respeito à Bulimia, as estimativas apontam para porcentagens de 1%, frequentemente em mulheres.

Infelizmente, ainda é muito pequeno o número de pessoas que vivenciam esse quadro e procuram ajuda especializada; apenas 10% das pessoas com perturbações alimentares o fazem. Isso se deve, entre outros fatores, ao desconhecimento do fato de existirem tratamentos realmente eficazes, dentre eles o acompanhamento psicológico.

Caso você reconheça em suas atitudes sintomas como esses, não exite! Procure ajuda! A Perturbação de Ingestão Compulsiva tem controle!

Estou preparado para adotar um filho?

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De maneira resumida, podemos dizer que a família adotiva é constituída por pais e filhos que não são ligados biologicamente, mas têm uma ligação afetiva e/ou legal. É um fato que a gênese da família adotiva se dá com a chegada da criança ou do adolescente no lar. Esta é uma fase primordial, na medida em que é nesse momento que será iniciado o vínculo entre pais e filhos. Normalmente, quanto mais avançada é a idade da criança, com mais dificuldade acontece a ligação entre esses sujeitos, já que em casos como esse, cada indivíduo tem um modelo próprio e interno de vinculação.

O psicólogo espanhol Juan Palacios, com o intuito de avaliar o nível de risco que pode caracterizar a família adotiva, propôs um modelo em que cruza fatores de risco relativos aos pais adotivos e fatores de risco relativos aos filhos adotivos. Através dessa pesquisa, evidenciou-se que os principais riscos que os pais adotivos enfrentam são as grandes expectativas, algumas vezes inadequadas, pouca capacidade em lidar com o conflito e a tensão, atitudes pouco comunicativas, pouca expressão de afeto e escassez de apoios sociais e profissionais para lidar com os filhos adotivos. Já para as crianças que são adotadas, os maiores fatores de risco são a elevada idade de adoção, a institucionalização prolongada, história prévia de conflitos graves e presença de problemas sérios de comportamento.

É bem comum que grande parte dessas questões surjam durante o processo de adoção. Por isso, é de suma importância que ao longo do ciclo vital das famílias adotivas, que estas consigam recorrer ao apoio da família alargada, social e mesmo apoio técnico dos profissionais que participaram do processo de adoção.

Quando um casal decide adotar uma criança pequena, as principais dificuldades enfrentadas por esses pais está no campo do desenvolvimento de uma autoridade e disciplinas eficazes. Os pais adotivos têm um enorme receio de não conseguirem o amor da criança. Temem também serem excessivamente duros com esse filho, devido ao passado do mesmo.

É fundamental que quando a criança adotada tiver um grau razoável de compreensão cognitiva do significado da adoção, que essa notícia seja exposta a ela. Muitas famílias acreditam, erroneamente, que guardar essa notícia, ou seja, manter o segredo sobre a adoção, é a melhor alternativa. Definitivamente não é. O segredo é destrutivo na estrutura familiar. Quando a revelação é feita, é necessário que a criança seja apoiada pela família, além de compreendida por todos que convivem em seu lar. Nesse momento, é comum que a criança levante questões relativas à adoção. Não é raro que o adotado acredite que foi deixado para a adoção por causa de seu comportamento. E isso poderá fazer emergir problemas escolares, dependência emocional ou comportamentos agressivos ou de desafio, de forma a testar a garantia e disponibilidade do amor dos pais.

Quando o adotado se torna um adolescente, pode ocorrer nele o desejo de unir as várias partes da sua história de vida e assim querer conhecer a sua família biológica e raízes geográficas, sem que isso signifique que queira deixar a sua família adotiva. Não obstante, estas são tarefas perturbadoras, que despertam medos e angústias na relação entre pais e os filhos.

Está considerando o processo de adoção de um filho muito complicado? Pesquisas revelam que relativamente ao nível de coesão e adaptabilidade das famílias adotivas, não se registram diferenças significativas relativamente às famílias biológicas. E por que isso acontece? Justamente porque há um grande investimento na coesão por parte das famílias adotivas para fazer nascer uma família de amor e respeito, por saberem que a ligação não germina naturalmente. Além disso, a grande maioria das famílias adotivas revela imensa satisfação pela adoção, o que torna essas famílias tão ou mais funcionais que as famílias biológicas.

O que você quer ser quando você crescer?

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Quando somos crianças, ouvimos essa pergunta com uma enorme frequência. A resposta se baseia, normalmente, em alguma coisa com a qual temos afinidade: “quero ser professora” (imaginando ficar parecida com a professora favorita da escola); “quero trabalhar em uma loja de brinquedos” (usufruir de todos aqueles brinquedos); “quero ser bombeiro” (com aquele chapéu imponente e com um carro mágico). Mais do que rapidamente, nossos pais ou outros adultos que exercem influência em nossas vidas sugerem profissões de maior prestígio, como médico ou advogado.

Quando somos adolescentes, aspiramos carreiras mais glamourosas e excitantes, como modelo, atriz, astronauta, piloto de automóveis, ou ainda um cirurgião famoso.

Na medida em que crescemos, reconhecemos que cada profissão que pensamos exercer nos exige um extenso e intenso período de aprendizagem, grande competitividade, são física e mentalmente exigentes e em vários momentos teremos pouquíssimo tempo para a família e para os amigos. Mas não estamos tão preocupados com isso, pois estamos focados nos bons salários e na notoriedade que vivenciaremos. Isso nos basta.

Será que somente esses valores verdadeiramente nos bastarão? E se desejarmos também, além de um salário confortável, pouco estresse, menos desgaste físico e pouca exposição a ambientes perigosos? É possível escolher uma profissão assim?

Um estudo realizado entre os anos de 2011 e 2012 pelo site CarrerCast (especializado em Recursos Humanos e Empreendorismo) e a Associação Psicológica Americana,  que levou em consideração as mudanças nas condições de trabalho como as inovações tecnológicas ou acontecimentos históricos,  dá-nos a resposta.

Notoriedade ou qualidade de vida? Eis a questão que não quer nos deixar relaxar!

Os resultados da pesquisa revelaram uma lista com algumas das excitantes profissões de nossos sonhos, mas que são simultaneamente as mais estressantes no dia a dia. Essa pesquisa revelou ainda uma lista de profissões que não deixarão o nosso coração acelerado de excitação, mas são escolhas sólidas para quem procura menos prestígio e mais qualidade de vida.

Seguem as profissões classificadas como as mais estressantes:

  1. Profissional de TI
  2. Médico
  3. Engenheiro
  4. Operador de Telemarketing
  5. Professor
  6. Gerente financeiro
  7. Coordenador de Recursos Humanos
  8. Gerente de Operações
  9. Operário
  10. Líder Religioso

Já as menos estressantes:

  1. Otorrinolaringologista
  2. Dentista
  3. Engenheiro de Software
  4. Programador Informático
  5. Higienista Oral
  6. Fonoaudiólogo
  7. Filósofo
  8. Matemático
  9. Terapeuta Ocupacional
  10. Quiroprático

Se ainda tem tempo de eleger sua profissão, faça a escolha que considerar mais pertinente, se baseando em suas metas financeiras e de qualidade de vida.

Infelizmente, no Brasil ainda não há pesquisas sólidas que revelam esses dados de maneira satisfatória. Quero saber, então, qual a sua realidade em nosso país! Sua profissão é estressante? Ou ela lhe proporciona grande qualidade de vida? Vamos responder?