Fui trocada (o) por outra (o): estou mal!

111111111

Acreditamos fielmente que estamos em um casamento sólido e feliz. Mas, de repente, nos deparamos com o nosso parceiro, num belo dia de sol, saindo de casa e indo residir na casa da (o) outra (o)! E agora? Como sobreviver à saída abrupta e completamente inesperada de nosso companheiro? Eu acreditava ser tão feliz!

Mesmo se passado muito tempo após desse “furacão”, muitos sujeitos continuam sofrendo imensamente. Aparentemente, ainda não conseguiram se desvincular nem da relação que tinha com o parceiro, nem do fato que desencadeou a separação. Muitas pessoas que vivenciam essa situação se perguntam: “Será que eles nunca sentem remorso?”. E é bem usual que os indivíduos que rompem a relação dessa maneira acusem o antigo companheiro pela sua ação, culpando-os e listando tudo o que não estava correto no casamento como desculpa.

Normalmente, a pessoa que foi “substituída” tem a capacidade de examinar cada uma das explicações que ela recebeu durante muito tempo, às vezes por meses, para somente bem mais tarde concluir que se o ex-parceiro ao menos conseguisse dizer “desculpa” e realmente sentisse remorso, isso contribuiria para libertá-la do longo caminho da sua dor.

Pouquíssimos sujeitos que abandonam a relação são capazes de expressar remorso, o que não quer dizer que realmente não o sintam. Todavia, a ideia de uma conversa de coração a coração com a pessoa que tão gravemente se feriu, não é algo que ninguém aprecie. Seria necessária uma valentia enorme para se voluntariar a fazê-lo. Mas esta incapacidade leva muitas vezes a pessoa abandonada a sentir-se presa e incapaz de sentir alívio.

O abandono é muito doloroso, além de ser uma situação difícil de ser superada. Ainda assim, a reversão dessa situação se dá à medida que os sujeitos abandonados se tornam capazes de arrancar a sua visão do passado, e se viram para olhar o seu próprio futuro. Infelizmente, nem sempre é possível fechar o círculo. Diria que é mesmo um luxo que não temos sempre a sorte de desfrutar. É importante saber, porém, que é exatamente a busca do fechamento desse ciclo que faz com que muitas pessoas que vivenciam tal experiência se mantenham sempre presas nesse fato.

Esperar o esquecimento total desse incômodo e triste episódio é utópico. E não importa quanto tempo se passou. Isso faz parte da natureza humana. Agora, a grande questão é objetivar ter de volta o controle sobre a própria vida e se esforçar para se sentir feliz, apesar da mágoa que vivenciou um dia.

Como minimizar os efeitos do ataque de pânico?

images

O ataque de pânico, também nomeado de crise de pânico ou crise de ansiedade, é um episódio de intenso medo e desconforto, tipicamente repentino. Este período é acompanhado por, no mínimo, 04 (quatro) sintomas físicos ou cognitivos, podendo chegar a até 13 (treze). Seu início é súbito e aumenta rápido e intensamente, atingindo um pico (normalmente 10 minutos), acompanhado de um grande e desconfortável sentimento de perigo ou catástrofe, além de um desejo de fuga. Em suma, o ataque de pânico é, prioritariamente, incapacitante.

Os principais sintomas físicos são: tremores; coração acelerado, palpitações; sensação de falta de ar ou mesmo de asfixia; tontura ou vertigem, com ou sem sensação de desmaio; sudorese; dores no peito; agitação; náuseas e desconforto abdominal; calafrios ou ondas de calor; parestesias (dormência ou formigamento); sensação de irrealidade (estar distanciando de si mesmo); medo de perder o controle ou enlouquecer e, principalmente, medo de morrer.

Já os pensamentos / cognições, são: desejo de fugir da situação que está; sentimento de estar fora de controle físico e/ou emocional; sensação de que está prestes a desmaiar; sensação de que terá ataque cardíaco; sentimento de que está a enlouquecer ou morrer.

Sendo assim, um ataque de pânico é uma intensa reação em cadeia, tanto física quanto mental. É bem comum que se inicie com uma modesta sensação corporal ou um pensamento sobre algo ameaçador. Porém, em alguns segundos, uma reação em cadeia é ativada, o que envolve pensamentos de medo, reações físicas e sentimentos de desespero e terror. Em grande parte dos casos, o ataque do pânico inicia-se com uma variedade de sintomas e atinge um pico de 10 (dez) a 15 (quinze) minutos. A partir daí, gradativamente ele diminuirá.

Considero relevante informar que o ataque de pânico nunca é permanente, ou seja, ele durará apenas alguns poucos minutos (em média, 05 minutos). Após atingir um pico de desconforto, a tendência natural é que a intensidade dos seus sintomas diminua.

O relaxamento é a chave mestra para controlar e superar os ataques de pânico. As técnicas de relaxamento, tais como, relaxamento imagético, controle da respiração e meditação podem ser praticados para ajudar a relaxar.

Um exemplo de controle da respiração é a respiração lenta e profunda. Exemplo: respire calmamente e em silêncio, conte para si mesmo à medida que vai inspirando: 1 … 2 … 3 … 4 … 5…, e expire continuando a contar para si: 1 … 2 … 3 … 4 … 5 …, mantenha um pouco a respiração pelo período que considerar confortável. Repita o processo durante cerca de cinco minutos para que o equilíbrio de oxigênio e dióxido de carbono possa voltar ao normal. Este é um processo muito simples e eficaz quando utilizado aos primeiros sinais de um ataque de pânico.

Não se esqueça: evite sempre a auto-medicação e evite o desenvolvimento de hábitos danosos para si mesmo. É muito importante procurar, em vários casos, ajuda médica e psicológica. A terapia é uma relevante ferramenta para controle desse quadro de ansiedade.

Como vemos nossos pais em cada fase de nossas vidas?

pais

 

Durante nossa vida, em cada fase que vivenciamos, encaramos e reconhecemos nossos pais de maneiras completamente distintas, algumas positivas e outras nem tanto. Segue uma síntese de como reconhecemos os pais em cada uma dessas fases:

Do nascimento até a pré-adolescência (aproximadamente até os 12 anos): os pais são reconhecidos pelos filhos como figuras que detêm todo o saber da vida. Por isso, eles são vistos como a maior fonte de conhecimento existente.

Da pré-adolescência até a adolescência (dos 12 aos 15 anos): há um reconhecimento, por parte dos filhos, de que os pais, afinal, não sabem tudo. O conhecimento dos pais é debatido, já que o adolescente ingressa em uma fase em que o próprio questionamento é questionado. Tudo é posto em causa. Com isso, o adolescente sente um grande distanciamento e uma identificação contrária com o estilo de vida de seus pais.

Da adolescência até o jovem adulto (entre os 15 e os 25 anos): os pais não sabem de absolutamente nada! Os pais são encarados como pessoas caretas e inadequadas, completamente fora do contexto atual. São considerados ultrapassados e, por isso, suas opiniões praticamente não são levadas em consideração.

Do jovem adulto ao adulto (entre os 25 e os 35 anos): nessa fase, os pais são novamente reconhecidos como figuras que detém certo conhecimento. Para a maioria dos sujeitos, esta fase corresponde à emancipação, ou melhor, corresponde à vida fora da casa onde sempre viveram. É chegada a hora dos filhos assumirem responsabilidades, deveres, pagar as contas e se organizarem por eles mesmos. Sendo assim, a opinião e o conhecimento dos pais são tidos em maior consideração. É muito comum, ainda, que nessa fase se assuma a responsabilidade da maternidade ou paternidade. E isso faz com que os conselhos e as experiências dos pais ganhem nova relevância e pertinência.

Do adulto ao adulto maduro (dos 35 aos 45 anos): nessa fase, é bem comum que os jovens já se deparem com problemas de comportamento por parte de seus filhos, e isso faz com que eles reconheçam o quanto é difícil e trabalhoso o processo de educar. Há, então, uma enorme empatia e identificação com os pais. A relação entre os jovens e os pais ganha uma nova e feliz dimensão.

Do adulto maduro em diante (a partir dos 45 anos): fase em que os pais atingem a terceira idade e que, finalmente, são reconhecidos como detentores de uma extraordinária sabedoria.

Certamente, o descrito anteriormente não é uma regra fixa. Há exceções para as fases acima mencionadas. De qualquer modo, o importante é refletir e verificar que, como pais, o mínimo que eles merecem é o nosso respeito e carinho, além de uma grande consideração. Isso fará com que, mais tarde, não nos arrependamos por não termos disponibilizados isso.

Timidez

COMO-PERDER-A-TIMIDEZ

Muitas pessoas, só de pensarem na possibilidade de terem que se expor para um grande número de sujeitos que lhe são desconhecidos e que estarão lhe observando, se sentem tensas e amedrontadas. A boca fica seca, sentem-se agitadas e com uma incômoda reviravolta no estômago, além do coração estar a cada segundo mais acelerado.

Independente de sermos introvertidos ou extrovertidos, é bem comum que passemos em algum momento de nossas vidas por esse sentimento de timidez. A uma ideia social de que somente os introvertidos vivenciam experiências de timidez, o que não é verdade.

Estar ou não à vontade consigo mesmo é que faz com que nos sintamos, ou não, tímidos. Muitas vezes, hesitamos em realizar um telefonema ou abordar alguém para pedirmos uma orientação. E isso normalmente mais nos prejudica do que nos auxilia. A timidez faz com que, aos poucos, evitemos algumas situações, assim como constrangimentos, lugares e nos impeçamos de emitir nossas opiniões por receio de confronto e exposição.

A timidez está diretamente relacionada ao medo irracional de falar e ser ignorado e humilhado. E o medo de falar e de se expor tem como suas prováveis gêneses a hipersensibilidade, a insegurança, o perfeccionismo ou ainda a ausência de habilidades sociais.

Todas as pessoas sentirão timidez em algum momento de suas vidas, mas de maneiras diferentes e em graus diversos. As principais razões da origem da timidez que se torna prejudicial são a fraca auto-imagem, ou seja, quando temos um sentimento pejorativo acerca de nós mesmos, o que afeta a nossa autoestima e nossa autoconfiança; a preocupação com nós mesmos, no sentido de nos vigiarmos a todo tempo, ficando com a atenção auto concentrada, o que gera ansiedade e negativismo; e a rotulagem, que é quando nós mesmos nos rotulamos como pessoas tímidas, o que faz com que psicologicamente vivamos a partir dessa expectativa.

Como aprender a lidar com a timidez? A melhor forma, indiscutivelmente, é compreender a timidez e entender a maneira que ela acontece em nossa vida. É fundamental observar também a frequência em que ela ocorre e analisar os acontecimentos e estímulos que provocam essa situação. Até que ponto a timidez lhe prejudica? Se pergunte isso.

Transformar a autoconsciência em autoconhecimento e reconhecer que as outras pessoas não estão prioritariamente olhando e observando você pode ser muito auxiliar. Ao invés de olhar para si pelos olhos dos outros, transporte essa consciência para dentro de si. Tome consciência daquilo que faz e alimenta a sua timidez.

A psicoterapia é uma grande parceira nesta jornada ao autoconhecimento. Além disso, ela é auxiliar no desenvolvimento da autoconsciência, o que favorecerá mudanças para a melhoria da qualidade de vida e do bem-estar.

Abraço: um santo remédio!

images

A ciência, há décadas, procura de todas as maneiras fórmulas de rejuvenescimento e felicidade, duas situações almejadas por todas as pessoas. Como prolongar o nosso bom humor? Como nos proteger de doenças? Como contornar a depressão? Como aliviar nosso estresse? E mais: como chegar próximo de alguém com quem discutimos? Enfim, todas essas questões que movimentam a sociedade podem ter um remédio excepcional, formidável e que e exerce um grande poder sobre a vida de todas as pessoas: o abraço. Sim, ele mesmo, o abraço! Mas como isso é possível?

O abraço, demonstração de afeto tão simples mas ao mesmo tempo tão pouco usada por nós, pode ser considerado uma medicina natural na medida em que é muito bom tanto dar quanto receber abraços. O abraço libera uma substância chamada Oxitocina, popularmente conhecida como o hormônio do bem-estar, o que aumenta a nossa felicidade. Além disso, o abraço pode liberar também Endorfina, mesma substância química liberada após um treinamento físico ou quando comemos chocolate. Por isso, é favorável ao bem-estar geral das pessoas.

Já entre o casal, inconscientemente, o abraço faz com que nos sintamos sensuais e desejados. O abraço pode ainda proporcionar um momento de diversão a dois, além de relaxar e fornecer um momento amoroso após o ato sexual. Esse remédio, o abraço, contribui positivamente para a redução do estresse e da pressão arterial, pois nos sentimos mais tranquilos quando estabelecemos contato físico com outras pessoas. E isso faz com que o risco de doenças cardíacas, estresse e ansiedade sejam diminuídos.

O abraço aumenta consideravelmente a Hemoglobina, que é a parte do sangue que transporta oxigênio para os órgãos mais vitais de nosso corpo, especialmente o cérebro e o coração. E isso é ótimo!

Depois de todas essas explicações, fica evidente que o abraço é milagroso! É medicina realmente muito forte! E natural! Quando o abraço é dado como forma de afetividade, carinho e perdão pode ser uma ferramenta auxiliar para proteger-nos de doenças, suavizar a depressão e fortificar os laços conjugais e familiares. O abraço é uma injeção de ânimo para nós quando nos sentimos fatigados e estressados. A pessoa abraçada se sente mais bonita, jovem e vibrante.

Partindo desse princípio, podemos considerar o abraço como um forte instrumento de terapia. O gesto de alargar os braços é sinal universal de paz e fraternidade; é um gesto ligado à ideia do abrir-se, à sensação de ficar em contato mais íntimo com o próximo e de estar em disponibilidade para acolhê-lo. E se sentir acolhido.

Então, fica a dica: abrace mais, muito mais!

Mentir…

mentira-4

 

 

Você já parou para pensar que, em cada dia, somos bombardeados por mentiras e enganos, mesmo vivendo em uma sociedade que, teoricamente, repudia esse comportamento? É verdade que pelo menos em 30% das interações sociais as pessoas mentem. Como assim? Mentir e enganar são processos psicológicos pelos quais um sujeito tenta a todo custo convencer alguém de que é verdade um fato falso, normalmente para ganhar algum tipo de benefício ou para evitar perdas. Apesar de na maioria dos momentos a mentira ser uma atitude egoísta, esta pode ser imprescindível para interações sociais satisfatórias.

Existem dois tipos de motivação que levam as pessoas a mentir: as motivações centradas em si e as motivações centradas nos outros. Quando o ato de mentir é centrado em si, este é utilizado como ferramenta para ganho próprio e frequentemente ocorre para que a pessoa promova sua identidade, evite a desaprovação ou a punição, ou mesmo adquira recursos materiais. Por exemplo: “Maria, essa casa no valor de R$ 400.000,00 eu comprei à vista, e não estou devendo nada a ninguém”. Já a mentira centrada no outro tem por princípio beneficiar outro sujeito, e são comumente utilizadas em relacionamentos próximos, com função de proteger e satisfazer o outro, aumentando a autoestima deste, ou ainda preservando a harmonia da relação. Por exemplo: “Que almoço delicioso, João! Nunca comi nada tão bom!”.

Fica evidente, então, que a mentira faz parte da vida rotineira e, vivendo em sociedade, acabamos por adaptar nossa capacidade de distinguirmos a verdade da mentira. Existem pesquisas, especialmente no campo da Psicologia do Desenvolvimento, que afirmam que o processo de mentir é parte essencial do desenvolvimento psicológico.

Desde sempre todas as pessoas têm um grande desejo de perceber se estão ou não a serem enganadas, mas muitas vezes têm dificuldade de reconhecer. Há uma variedade de sinais não-verbais diretamente relacionados à mentira que são cada vez mais uma grande fonte de interesse e estudo, tais como mudanças de postura corporal e mudanças leves de expressão que podem indicar a mentira. Porém, a característica mais evidente é, sem dúvida, a entonação de voz. Estas sim fornecem as pistas mais autênticas. E por qual motivo? Porque dificilmente conseguimos auto-regularmos a voz.

 Seguem algumas curiosidades que ocorrem normalmente quando as pessoas mentem:

  • Demonstram-se preocupadas e menos ativas na conversa;
  • Fornecem menos detalhes do contexto;
  • Quando a mentira é pensada, ela frequentemente ocorre após períodos de latência mais longos entre a questão e a resposta, pois o sujeito primeiro decide se é mais compensador dizer a verdade ou a mentira, e também porque a mentira deve ser construída da maneira mais convincente possível;
  • Controlam premeditadamente o seu comportamento, tentando, assim, evitar que outras pessoas detectem a mentira, além de controlarem as impressões que transmitem aos outros;
  • As mulheres são mais propensas a mentir sobre os outros, principalmente sobre outras mulheres;
  • Os homens tendem a mentir sobre si próprios.

Faça a sua vida acontecer!

tumblr_lqasah4azr1qgfe51o1_500

É comum que você se frustre? Mas não sabe dizer o motivo disso acontecer? É curioso como nós nos desenvolvemos em um contexto que faz com que acreditemos que nossas frustrações estão relacionadas, prioritariamente, a fatores externos. O tempo que desperdiçamos culpando outras pessoas e até mesmo situações pelos erros e fracassos que ocorrem em nossas vidas pode ser valioso para começarmos verdadeiramente a reconhecer e compreender que, na maioria das vezes, o que está errado em nossas experiências se deve às nossas próprias falhas.

Então, o que acha de fazer um exercício de conscientização? Bom? Ok, vamos lá! Da próxima vez que algo em sua vida não estiver dando certo, pergunte-se o porquê. O que poderia ter sido feito de diferente para melhorar a situação? Discutiu com alguém? Qual foi o motivo, você já se perguntou? Está esperando que ele se aproxime? Está esperando que as pessoas sempre sigam as regras que você determinou? Acredita que está sendo explorado em seu trabalho ou mesmo pouco valorizado? Será que está realmente fazendo tudo o que é possível para mostrar o seu valor profissional? Tem constantes batalhas familiares? Como você se comporta com seus familiares? Será que eles não estão apenas espelhando as suas atitudes?

É óbvio que algumas coisas que ocorrem conosco fogem ao nosso controle. Todavia, podemos usufruir de pelo menos a parte da situação sobre a qual temos controle, modificando a maneira que reagimos e reconhecendo em quais situações podemos intervir para evitar uma frustração, raiva e até uma preocupação. Já ouviu aquela frase motivacional “faça a vida acontecer”? É bem isso. É fazer a vida acontecer ao invés de deixar que a vida lhe aconteça, como se você fosse simplesmente um espectador indefeso e incapaz. Fazemos parte de vários sistemas. Quando mudamos a nossa atitude, observamos todos que nos rodeiam mudar conosco. E isso é formidável.

Não somos responsáveis pelas falas e condutas de outras pessoas. Mas somos responsáveis pela maneira que reagimos diante das atitudes e das falas dos outros. Pense nisso! E faça a sua vida valer à pena!