Diálogo interior autocrítico: Você atua dessa maneira?

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Mesmo que não desejemos, os nossos pensamentos comandam as nossas vidas, especialmente os pensamentos que temos constantemente, que instantaneamente vão orientando as ações de nossa rotina. À medida em que mantemos uma sequência de pensamentos acerca de alguma pessoa ou algo, o que ocorre é a formação de um diálogo interno mantido por uma lógica de raciocínio, que comporta em si a nossa usual forma de pensar acerca das coisas, de nós, dos outros e do mundo em geral.

No decorrer de nossa vida, nos adaptamos tão bem a esse diálogo interno que paramos de nos dar conta conscientemente das coisas que dizemos e pensamos sobre nós mesmos, mas que exercem uma grande força em nossas vidas, seja de maneira positiva ou negativa.

Lançar mão do diálogo autocrítico de maneira positiva seria algo muito favorável. Porém, nem sempre isso é possível, visto que em alguns momentos temos dificuldades de identificá-los e, consequentemente, não podemos aplicá-los em função de nossa melhoria.

Agora, como saber se o nosso diálogo interior autocrítico está tomando conta de nossos pensamentos, de nossas vidas? Afim de elucidar essa questão, seguem alguns pontos que podemos apresentar quando acionamos o diálogo interno autocrítico de maneira irracional.

Há uma crítica rígida acerca de si mesmo: Quando pensamos algo que nunca diríamos para alguém, há uma grande possibilidade de termos acionado o diálogo autocrítico dilacerante. De maneira silenciosa, começamos a nos apoderamos de pensamentos de nossa incapacidade em alguma situação, experiências mal sucedidas, fracassos, falhas, enfim, pensamentos que fazem com que, a cada dia, as dúvidas referentes a nosso futuro e as incertezas sobre nossa capacidade aumentem. Posicionamos-nos como nosso pior inimigo, acusando-nos de tudo o que ocorre de ruim.

A voz crítica se repete constantemente: Passamos a refletir frequentemente sobre pensamentos negativos e incapacitantes, o que impede o nosso crescimento pessoal.

Começamos a ter pensamentos que atacam o fato de alimentarmos pensamentos negativos. Posteriormente, o pensamento critica ou relata o pior cenário possível de acontecer:  ”Não sejas tão inseguro, as outras pessoas estão confiantes e relaxadas …” ou, “Pois pensando dessa maneira, certamente vais fazer asneiras.”

Além de tudo isso, o nosso diálogo autocrítico pode buscar ainda pessoas que em nossas vidas desempenham ou desempenharam um papel crítico. A voz silenciosa adapta-se e  expande-se para além dos nossos próprios comportamentos e em vários momentos existe como uma versão das vozes dessas pessoas dentro das nossas cabeças. Podemos ouvir os ecos de um pai, um irmão, um chefe, entre outros.

Identificar como atua o nosso diálogo interno autocrítico pejorativo é crucial para que nos conscientizemos dos nossos padrões de pensamento que podem prejudicar a nossa vida, deixando em baixa a nossa autoestima e autoconfiança. Caso não façamos isso, posteriormente, podemos nos autossabotar, o que fará com que fracassemos. O diálogo autocrítico pode ainda potencializar problemas como ansiedade, síndrome do pânico, preocupação excessiva, sintomas de depressão.

Para sair desse patamar, o primeiro passo é reconhecermos que estamos atuando de uma maneira depreciativa com nós mesmos. A partir daí, devemos, aos poucos, instituir formas de pensamentos positivos.

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