Morte: uma lei humana

A PERDA DE ENTES QUERIDOS espirita espiritismo visão

É indiscutível que a grande maioria das pessoas tem um grande medo de morrer, mesmo sabendo que essa é uma certeza da vida humana. Nascemos, crescemos e nos desenvolvemos em uma cultura que associa a morte ao fim, a uma perda irreversível e o pior: temos a sensação de ausência de controle sobre qualquer coisa relacionada à tão temida morte. E isso nos angustia. Diante disso, como viver de uma maneira tranquila diante da ideia da morte?

Uma maneira simples de começarmos a nos sentirmos em paz diante da lei da morte é, basicamente, vivermos. Pensemos no seguinte exemplo: se eu começo assistindo uma peça de teatro pensando em como ela vai acabar, não me deterei à emoção da trama. E é exatamente dessa maneira que acontecesse em nossas vidas. Se ficarmos pensando somente em nosso final, não saborearemos a nossa trajetória. Temos de trazer o nosso consciente para nosso atual momento, ou seja, para nosso presente. Nossa função é transformar o momento em que estamos no melhor momento possível. Viver a vida e se permitir realizar experiências saudáveis é preparar a morte em paz.

Outra questão difícil para nós é lidar com a perda de nossos entes queridos. Como passar por isso? Não há uma resposta mágica que aliviará imediatamente a nossa dor, mas a melhor maneira de enfrentar essa situação é bem simples: aceitar e sentir. Enfim, viver o luto. Devemos pensar que a experiência de perda só é dolorosa quando as emoções que nos ligam ao falecido são positivas. Definitivamente, não sentimos falta de quem nos fez infelizes. Só sentimos falta e sentimos dor com a perda daqueles que foram significativos para nós. Por isso, quando não mais vermos essa pessoa, é óbvio que sentiremos falta e sofreremos. Ficaremos angustiados. E ainda bem que é assim! A ordem da vida é sábia! Significa que esse alguém foi importante e a sua ausência é sentida. Tentaremos, então, sentir essa dor e aceitá-la da melhor forma, da mesma maneira que aceitaremos quando a dor começar a diminuir e lentamente nos deixar. Por mais que a dor seja intensa, ela sempre irá diminuir. Assim é a ordem da vida: tudo tem um início, um meio e um fim.

Quando a dor diminui ou some, muitas pessoas acreditarem que esqueceram do ente falecido. Não é isso. A diminuição da dor e do sofrimento não quer dizer esquecimento ou menos amor pela pessoa ausente. Quer dizer que a ferida está cicatrizando e que estamos preparados para manter em nossa consciência as boas memórias daqueles que se foram, mas com os quais compartilhamos uma parte de nós. Para que possamos lembrar-nos de alguém importante, não precisamos sofrer.

Em suma, a melhor maneira de lidar com a morte é aceitar a sua inevitabilidade e, principalmente, tentar desfrutar da melhor maneira o tempo presente.

Como se livras das armadilhas mentais?

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As armadilhas mentais nada mais são do que pensamentos e sentimentos negativos que fazem com que, gradativamente, nosso estresse e dor aumentem. Esses estilos de pensamentos ou hábitos mentais nos encarceram, fazendo com que acreditemos que estamos aprisionados num constante mal estar.

As armadilhas mentais atraem nossa atenção para coisas e situações que não gostamos. Consequentemente, passamos a subestimar os nossos pontos fortes e a capacidade que temos para resolver os problemas de nossa vida.

Reconhecer que em alguns momentos estamos condicionados a pensar negativamente e que isso nos prejudica é o primeiro passo para que configuremos nossos pensamentos de uma maneira mais positiva. Além disso, há outras boas maneiras de mudarmos os nossos pensamentos e termos uma visão mais equilibrada da vida:

  • É muito gostoso e relevante vasculharmos, em alguns momentos, nossas memórias agradáveis do passado e fazermos planos para voltar a repeti-las;
  • Fazer uma lista das nossas principais qualidades, pelo menos cinco, é formidável, pois dessa forma reconhecemos nossas maiores habilidades. Caso seja necessário, podemos realizar esse exercício com a ajuda de um parente ou amigo;
  • Quando a lista estiver pronta, devemos levá-la sempre conosco e, quando tivermos um pensamento negativo, devemos lê-la por no mínimo três vezes;
  • Evitar discussões sobre nossos sentimentos negativos é também uma boa alternativa, mesmo porque discutir sobre esses sentimentos é um esforço totalmente inútil. Discutir sobre problemas reais e enfrentá-los é mais saudável;
  • Discutir com amigos e familiares sobre temas positivos é formidável;
  • Devemos registrar, diariamente, os principais acontecimentos positivos e agradáveis que aconteceram conosco. Posteriormente, podemos conversar com alguém sobre essas situações prazerosas;
  • E, finalmente, é preciso que nossa vida se mantenha sempre organizada, planejada e ocupada, sempre focando na realização de tarefas construtivas e que nos proporcionam prazer.

Boa tarefa!

Decisões!

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Tomar uma decisão, em alguns momentos, é uma tarefa muito simples. Em outros, a tomada de decisão surge como um grande desafio. Decisões! Ahhh!

O nosso cérebro é muito bem preparado e formado para que tomemos decisões baseadas nas consequências de cada opção e, a partir de identificadas, à capacidade para escolher o bem maior. Porém, o que ocorre é que normalmente desejamos uma gratificação imediata a partir de uma escolha, e esse grande desejo pode fazer com que não tomemos as melhores decisões para nossa vida. Uma boa escolha, por exemplo, é se formar em um curso superior. Porém, é um fato que a gratificação não acontecerá de maneira espontânea. Há todo um processo, com um tempo parcialmente determinado, para que nos formemos. Se ao invés de focarmos no futuro como um profissional graduado, passarmos a focar no tempo longínquo do período de formação, certamente não dominaremos a nossa impulsividade e não concluiremos essa etapa tão crucial de nossas vidas.

Um estudo da University Medical Center Hamburg Eppendorf, da Alemanha, fornece algumas orientações para que domemos a impulsividade que pode nos ser prejudicial. Neste estudo, conseguiu-se identificar o efeito moderador desta desvalorização das recompensas futuras de uma interação entre duas estruturas cerebrais: o córtex cingulado anterior, que participa em decisões que se baseiam em recompensas estimadas (ao que parece, o grande responsável por eu ainda não ter feito um PPR…) e o hipocampo que intervém quando imaginamos o futuro. Em suma, a conclusão desse importante estudo é que quando imaginamos e visualizamos o futuro, concomitantemente as escolhas impulsivas diminuem. Sendo assim, passaremos a fazer escolhas mais saudáveis para nós mesmos.

Desse modo, um bom exercício para que passemos a tomar decisões mais positivas é, diante de uma situação em que há a necessidade de uma decisão avaliada e o valor que está em jogo é alto, é reconhecer que precisamos de algum tempo para projetarmos em nosso íntimo o que pretendemos obter no futuro, como consequência da decisão que tomarmos. Vislumbrar o futuro, permitindo que o nosso cérebro perpasse com trnaquilidade por todos os cenário que possivelmente teremos dentro de 1, 3, 5, 10 anos, ou um pouco mais, após a decisão implementada, pode ser um fator diferencial para controlarmos decisões incalculadas e que valorizam exclusivamente escolhas que liberarão prazer e conforto a curto prazo. Imaginar como poderá ser o futuro a partir de uma escolha positiva pode ser eficaz ainda para pensarmos que o verdadeiro conforto está lá mais à frente e que talvez compense a espera e os incômodos durante o processo que nos conduz ao futuro.

Por isso, sente-se à sombra em alguns momentos e relaxe. Pense com calma. Invista em escolhas que valorizarão seu futuro!

Perdoar ou brigar? Até que uma escolha nos separe!

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É um fato que em algum momento da vida conjugal, os casais se aborrecem por alguma atitude indevida de algum dos cônjuges. É mais comum ainda que os casais mantenham padrões de comportamento bem parecidos diante de uma situação de despontamento. Há, normalmente, dois tipos principais de reação: perdão ou rejeição; carinho ou raiva; desculpabilização ou agressividade; aceitação ou negativismo; passividade ou culpabilização.

A questão é que não é sempre que a expressão explícita e aberta dos sentimentos e emoções diante de um conflito pode ser considerada saudável. A psicologia positiva tem afirmado que a aceitação, seguida de um perdoar e um esquecer, pode ser uma solução favorável para os problemas. Muitos casais, atualmente, atuam de maneira aberta, expressando opiniões e sentimentos mesmo que em vários momentos essa abertura não seja real, pois quando existe uma expressividade franca por parte de um cônjuge, nem sempre o outro tem capacidade de aceitar a mesma.

No entanto, em algumas situações, é completamente necessária a expressão de raiva diante de um problema relacional, o que contrariará o perdão e a passividade. Há estudos que revelam que uma interação conflituosa, menos passiva e mais verdadeira na expressão de emoções (como a raiva) poderá, a curto prazo, ser muito desconfortável, mas parece ser a mais benéfica para a saúde da relação a longo prazo.

O perdão será eficaz dependendo do nível de aceitação do cônjuge, da gravidade da situação e a frequência da transgressão. Por isso, a longo prazo, é possível dizer que a psicologia positiva não será tão eficaz em todos os cenários, visto que a aceitação do cônjuge leva o outro a tornar-se, em algumas situações, menos presente e apoiante, mais irresponsável financeiramente e até infiel. A raiva, por outro lado, sinalizará ao cônjuge que não é aceito o comportamento ofensivo, o que fará com que este não mais o repita. Consequentemente, haverá melhorias no relacionamento ao longo do tempo.

Há que se verificar também que a expressão de raiva não é a solução de todos os problemas. Em alguns relacionamentos e em determinadas situações, dependendo ainda do contexto, das expectativas, dos valores e das experiências anteriores, pode não ser aceita pelos cônjuges. Além disso, é preciso saber que a expressão de nossas emoções podem ser interpretadas equivocadamente, seja pela passividade ou, pelo contrário, pela expressão da raiva e agressividade. O equilíbrio entre essas duas posturas é a escolha mais correta e saudável. Contudo, dificilmente conseguiremos a encontrar entre o perdão e a expressão da raiva! Só a prática tornará esse processo possível e satisfatório!

Como é difícil dizer “não”!

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Esse é seu caso? Tem uma grande dificuldade em dizer “não”? Acata a todos os desejos dos outros mesmo não concordando? Tem dificuldades de recusar convites? Dizer “sim” se tornou uma obrigação? Contudo, se sente mal por sempre dizer “sim”?

É fato que crescemos em um contexto que faz com que tenhamos medo da reação das pessoas quando estas escutam o nosso “não”. Sentimos que essas pessoas serão desagradadas e se sentirão infelizes. É como se o “não” fosse uma agressão ao outro. Por isso, muitas pessoas optam por dizer “sim”, mesmo que contrariadas. Porém, será que isso não gerará conflitos internos nessas pessoas?

Aceitar a todas as situações, mesmo não concordando, pode desencadear uma reação explosiva, e as consequências disso são totalmente imprevisíveis. Essa situação ocorre justamente porque, no momento de se dizer “não”, algumas pessoas fantasiam reações negativas de quem receberá a recusa. Então, sentem medo do desagrado que podem causar e concomitantemente antecipam sentimentos de culpa, abandono, angústia e rejeição. Todos esses pensamentos vão, aos poucos, afastando a possibilidade de se dizer “não”.

Recusar não é um problema. O problema pode ser uma recusa que é feita de maneira agressiva e ríspida. Negar algo de maneira branda, suave, coerente e justificada torna mais simples a compreensão do interlocutor diante de sua posição.

É bem comum que essa situação ocorra no campo profissional das pessoas que têm dificuldade em dizer não. Esta simplesmente não recusa nenhuma tarefa, ou seja, passa a acumular atividades. Porém, com o acúmulo, passará a não cumprir os prazos solicitados e, posteriormente, desiludirá o seu superior. Esse sujeito, na verdade, só aceitou as solicitações do chefe para não ser acusado de mau profissional. Na verdade, não queria. Todavia, o que era tão temido acabou por se tornar a realidade. É ainda mais frequente que a partir daí surja a sensação de injustiça, já que a pessoa acredita que se esforçou muito e que não foi reconhecida por isso. Fica claro, com esse exemplo, que não é nenhuma vantagem aceitar mais do que consigamos executar, ou mesmo aceitar algo que vá contra aos nossos valores e crenças simplesmente para agradar as pessoas.

A grande questão é que, na atualidade, diante de uma crise econômica mundial, há uma grande tendência das empresas em diminuir a quantidade de colaboradores e de cargos. Isso fará com que o trabalho, que continua o mesmo, seja distribuído para uma quantidade menor de funcionários. Em contrapartida, há uma probabilidade maior das pessoas serem despedidas. E isso gera medo.

Mesmo diante dessas explicações, ainda sente dificuldades de dizer “não”? Para minimizar esse problema, tente analisar os pensamentos e emoções que surgem e que o barram para expressar aquilo que quer. Não prolongue essa situação por um tempo maior. Caso não faça isso, você estará transformando uma situação esporádica em uma “bola de neve”. As consequências se tornaram, nesse sentido, cada vez piores.

Escute o despertador que há em você!

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Quando uma pessoa desenvolve um quadro de alteração psicológica, como por exemplo a ansiedade generalizada, depressão, ataques de pânico, certamente vivencia uma experiência destruidora. Há duas facetas nessa vivência: por um lado, há uma grande sensação de perda de controle de si mesmo; por outro lado, há o questionamento sobre a aparente falta de sentido dos sintomas. A consequência desse turbilhão de mudanças pode gerar culpa e vergonha no sujeito, culpa por não conseguir controlar as manifestações dos sintomas e vergonha da vulnerabilidade evidenciada pelo quadro sintomatológico.

Caso não seja feita uma intervenção que tenha por objetivo controlar esses quadros, há ao longo do tempo o surgimento de novos sintomas, ainda mais obsessivos e compulsivos, mais distantes da raiz do problema, e a incompreensão de si próprio é cada vez maior.

É comum que não se tenha, diretamente, um sentido claro para a sintomatologia. A função dos sintomas é prioritariamente sinalizar uma vulnerabilidade. Podemos fazer uma analogia com o seguinte exemplo: quando colocamos o despertador em um celular e este sinal não é desligado, é fato que o sinal começará a tocar com um volume cada vez maior, até que seja ouvido e atendido.

Certamente, nos conscientizarmos de nossas vulnerabilidades, de nossas fragilidades, dos nossos pontos sensíveis, é algo assustador, especialmente porque mexe com nosso medo de perdermos o nosso próprio controle. Contudo, é fundamental que reconheçamos que quanto mais ignoramos essas evidências, esses sintomas, menos poder nós temos. Em contrapartida, quanto mais reconhecemos, compreendemos e aceitamos nosso quadro atual, mais controle teremos sobre a realidade, pois sabemos que podemos usufruir de recursos para reparar ou pelo menos suavizar o problema base, a essência.

A psicoterapia tem exatamente essa função: traduzir sintomas (sinais) em vulnerabilidade, que desejam a todo custo serem satisfeitos, e assuntos e situações inacabadas, que necessitam ser processadas e resolvidas.

Por mais que seja doloroso esse processo de conscientização, é um trabalho que deve ser executado. É como desligar o despertador, levantar da cama e tomar conta da própria vida. É resolver o problema.

Vai ao coração/âmago do perigo, lá encontrarás segurança.

Provérbio Chinês

Diálogo interior autocrítico: Você atua dessa maneira?

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Mesmo que não desejemos, os nossos pensamentos comandam as nossas vidas, especialmente os pensamentos que temos constantemente, que instantaneamente vão orientando as ações de nossa rotina. À medida em que mantemos uma sequência de pensamentos acerca de alguma pessoa ou algo, o que ocorre é a formação de um diálogo interno mantido por uma lógica de raciocínio, que comporta em si a nossa usual forma de pensar acerca das coisas, de nós, dos outros e do mundo em geral.

No decorrer de nossa vida, nos adaptamos tão bem a esse diálogo interno que paramos de nos dar conta conscientemente das coisas que dizemos e pensamos sobre nós mesmos, mas que exercem uma grande força em nossas vidas, seja de maneira positiva ou negativa.

Lançar mão do diálogo autocrítico de maneira positiva seria algo muito favorável. Porém, nem sempre isso é possível, visto que em alguns momentos temos dificuldades de identificá-los e, consequentemente, não podemos aplicá-los em função de nossa melhoria.

Agora, como saber se o nosso diálogo interior autocrítico está tomando conta de nossos pensamentos, de nossas vidas? Afim de elucidar essa questão, seguem alguns pontos que podemos apresentar quando acionamos o diálogo interno autocrítico de maneira irracional.

Há uma crítica rígida acerca de si mesmo: Quando pensamos algo que nunca diríamos para alguém, há uma grande possibilidade de termos acionado o diálogo autocrítico dilacerante. De maneira silenciosa, começamos a nos apoderamos de pensamentos de nossa incapacidade em alguma situação, experiências mal sucedidas, fracassos, falhas, enfim, pensamentos que fazem com que, a cada dia, as dúvidas referentes a nosso futuro e as incertezas sobre nossa capacidade aumentem. Posicionamos-nos como nosso pior inimigo, acusando-nos de tudo o que ocorre de ruim.

A voz crítica se repete constantemente: Passamos a refletir frequentemente sobre pensamentos negativos e incapacitantes, o que impede o nosso crescimento pessoal.

Começamos a ter pensamentos que atacam o fato de alimentarmos pensamentos negativos. Posteriormente, o pensamento critica ou relata o pior cenário possível de acontecer:  ”Não sejas tão inseguro, as outras pessoas estão confiantes e relaxadas …” ou, “Pois pensando dessa maneira, certamente vais fazer asneiras.”

Além de tudo isso, o nosso diálogo autocrítico pode buscar ainda pessoas que em nossas vidas desempenham ou desempenharam um papel crítico. A voz silenciosa adapta-se e  expande-se para além dos nossos próprios comportamentos e em vários momentos existe como uma versão das vozes dessas pessoas dentro das nossas cabeças. Podemos ouvir os ecos de um pai, um irmão, um chefe, entre outros.

Identificar como atua o nosso diálogo interno autocrítico pejorativo é crucial para que nos conscientizemos dos nossos padrões de pensamento que podem prejudicar a nossa vida, deixando em baixa a nossa autoestima e autoconfiança. Caso não façamos isso, posteriormente, podemos nos autossabotar, o que fará com que fracassemos. O diálogo autocrítico pode ainda potencializar problemas como ansiedade, síndrome do pânico, preocupação excessiva, sintomas de depressão.

Para sair desse patamar, o primeiro passo é reconhecermos que estamos atuando de uma maneira depreciativa com nós mesmos. A partir daí, devemos, aos poucos, instituir formas de pensamentos positivos.