Sorrir é o melhor remédio…

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É um desejo comum em todos os seres humanos a vontade de alcançar a felicidade. Não somente sermos felizes, mas mantermos por tempo indeterminado o estado de felicidade.

Como criaturas únicas, nós, humanos, podemos fazer o que desejamos, ou seja, o livre arbítrio faz parte de nosso ser. O mais curioso é que, mesmo assim, a felicidade não é duradoura. Por quê? Antes de respondermos essa questão, temos que responder outras: O que é essa coisa que chamamos de felicidade? É alcançável? É confiável? É sustentável?

Infelizmente, o estado de felicidade é algo bastante frágil. Sempre que as conjunturas da nossa vida mudam e nós perdemos o “objeto” que contribuía para nos sentirmos felizes, a nossa felicidade desaparece. Quando somos revestidos de sentimentos negativos e que nos causam desconforto, a nossa felicidade também se vai. Vivemos a todo tempo em um processo de adquirir e perder a felicidade. É possível afirmar, então, que a felicidade nada mais é que um singelo estado, como alegria, excitação ou mesmo contentamento? Sim, desde que a consideremos dessa forma.

É comum que a frase “eu quero é ser feliz” seja proferida pelas pessoas. Porém, o que ocorre constantemente com os indivíduos é uma falha na escolha da felicidade como objeto único. A felicidade depende da nossa capacidade de controlar as circunstâncias que, não importa o quanto tentemos, não podemos controlar na grande maioria das vezes. É impossível manter as circunstâncias que nos trazem felicidade, imutáveis. A vida muda a todo tempo, sentimentos desconfortáveis aparecem… A grande certeza que temos na vida é que ela segue um fluxo. A vida flui, a vida muda a cada instante.

Construir uma estrutura mental positiva, que possibilite aguentar ações que tenham um retorno positivo, satisfatório, gerará a sensação de felicidade. Isso se difere completamente de algo que tenhamos de procurar como se fosse um objeto a adquirir e assim ficasse inabalável até ao fim da nossa vida.

Uma das situações que evidencia que estamos vivenciando um momento feliz é o sorriso.  Antoine de Saint-Exupéry diz: “No momento em que sorrimos para alguém, descobrimo-lo como pessoa, e a resposta do seu sorriso quer dizer que nós também somos pessoa para ele”.

Sorrir é trazer à tona o seu íntimo. É um convite para ingressar na intimidade de alguém. Caso a harmonia interior do sujeito esteja equilibrada, sorrir é algo espontâneo.

O sorriso é tão prestigioso que ele pode dissolver uma angústia, caso seja autêntico e simpático, ou pode aumentá-la se for irônico; pode estimular o desempenho nos afazeres do dia a dia, se for de aprovação, ou desanimar quem trabalha, se for petulante. Pode até mesmo criar uma amizade, se for sincero, ou afastar as pessoas, caso seja hipócrita.

Para muitos sujeitos, sorrir não é uma tarefa simples. A dor e o cansaço tornam, por vezes, o sorrir muito árduo. Há ainda uma questão fundamental: a abundância ou ausência de sorrisos muitas vezes se relaciona a educação que você, quando criança, recebeu, o que não lhe impede de querer ser uma pessoa sorridente nos dias atuais, desde que você realmente deseje isso. Se conseguir ser simpático, sorridente, as suas relações sociais e a cumplicidade com aquilo que a rodeia, estará muito mais favorecida, e isso certamente deixará você feliz. Sendo assim, cubra-se de sorrisos e contorne o seu mundo com a sua delicadeza e cordialidade.

Não critique, ajude; não grite, converse; não acuse, ampare e… não se irrite, sorria“. 

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